Israel Enfrenta Críticas Sobre a Proposta de Expansão da Pena de Morte
A Anistia Internacional instou Israel a rejeitar a legislação proposta que ampliaria a aplicação da pena de morte, argumentando que as medidas contrariariam o direito internacional e exacerbaria o que descreve como o sistema de apartheid de Israel contra os palestinos. A organização de direitos humanos emitiu uma declaração na terça-feira, afirmando que dois projetos de lei em debate no Knesset representariam um afastamento significativo da oposição histórica de Israel à pena capital e afetariam desproporcionalmente os palestinos, de acordo com a Al Jazeera.
A legislação proposta está sendo impulsionada pelo Ministro da Segurança Nacional israelense, Itamar Ben-Gvir, informou a Al Jazeera. A Anistia Internacional alega que os projetos de lei marcariam uma "grande reversão" da oposição de longa data de Israel à pena capital.
O apelo da Anistia Internacional surge à medida que outros desenvolvimentos se desenrolam na região. Um pequeno número de palestinos doentes e feridos foram autorizados a entrar no Egito para tratamento médico depois que Israel permitiu uma reabertura limitada do posto fronteiriço de Rafah, informou o The Guardian. Cerca de 150 pessoas deveriam deixar o território na segunda-feira e 50 entrar, de acordo com autoridades egípcias, marcando o primeiro movimento desse tipo em mais de 20 meses, desde que as forças israelenses fecharam a passagem. No entanto, ao cair da noite, a Reuters informou que Israel havia permitido que apenas 12 palestinos voltassem a entrar, de acordo com o The Guardian.
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