Eis um artigo de notícias que sintetiza as fontes fornecidas:
Clintons Deporão na Investigação de Epstein Enquanto Ucrânia Enfrenta Devastadores Ataques Russos
O ex-presidente Bill Clinton e a ex-secretária de Estado Hillary Clinton concordaram em depor na investigação do Congresso sobre o falecido criminoso sexual Jeffrey Epstein, dias antes de uma votação sobre se eles seriam considerados em desacato criminal por se recusarem a comparecer perante o Comitê de Supervisão da Câmara, de acordo com a BBC World News. O acordo veio após um impasse de meses. Bill Clinton, que conhecia Epstein, mas negou ter conhecimento de seus crimes sexuais, afirmou que cortou o contato há duas décadas. Ele está agendado para um depoimento em 27 de fevereiro, enquanto a data de comparecimento de Hillary Clinton ainda não foi determinada.
Enquanto isso, na Ucrânia, a Rússia lançou uma série de ataques com mísseis e drones visando o setor de energia do país, causando danos generalizados e deixando milhares de pessoas sem aquecimento, enquanto as temperaturas caíam para -20°C (-4°F), informou a BBC World News. O presidente Volodymyr Zelensky afirmou que a Rússia usou um número recorde de mísseis balísticos no ataque. A empresa privada de energia DTEK descreveu os ataques como "o golpe mais poderoso" até agora este ano. Mais de 1.000 edifícios residenciais em Kyiv ficaram sem aquecimento, e uma usina de energia em Kharkiv foi danificada irreparavelmente.
Em notícias relacionadas ao caso Epstein, o Departamento de Justiça dos EUA (DOJ) removeu milhares de documentos relacionados à investigação de Jeffrey Epstein de seu site depois que as vítimas disseram que suas identidades haviam sido comprometidas, de acordo com a BBC World News. Advogados das vítimas de Epstein disseram que as redações falhas nos arquivos divulgados na sexta-feira "viraram de cabeça para baixo" a vida de quase 100 sobreviventes. A divulgação incluiu endereços de e-mail e fotos de nudez nas quais os nomes e rostos de potenciais vítimas puderam ser identificados. Os sobreviventes emitiram uma declaração chamando a divulgação de "ultrajante" e disseram que não deveriam ser "nomeados, examinados ou revitimizados". O DOJ divulgou cerca de três milhões de documentos adicionais ligados à investigação de Jeffrey Epstein na sexta-feira.
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