Donald Trump enfrentou desafios crescentes em múltiplas frentes, incluindo o escrutínio sobre sua gestão da economia e da imigração, preocupações éticas em torno de sua incursão em criptomoedas e atenção renovada sobre suas associações passadas com Jeffrey Epstein, de acordo com vários noticiários. O Departamento de Justiça divulgou recentemente mais um lote de arquivos de sua investigação sobre Epstein, o financista falecido e criminoso sexual condenado, que tinha laços com Trump, Elon Musk e Bill Gates, conforme relatado pela Vox.
A incursão de Trump no mercado de criptomoedas também atraiu críticas. Várias fontes de notícias indicaram que, após abraçar as criptomoedas, Trump lançou sua própria memecoin, levantando questões éticas sobre o uso de empreendimentos blockchain para vender acesso, incluindo uma audiência privada com os principais detentores. Uma reportagem do Wall Street Journal, citada pela Fortune, revelou que associados da família real de Abu Dhabi planejavam investir US$ 500 milhões na plataforma de criptomoedas de Trump por uma participação de 49%.
Enquanto isso, o prefeito de São Francisco, Daniel Lurie, estaria trabalhando para revitalizar a economia da cidade, atraindo grandes eventos como o Super Bowl LX e a Copa do Mundo da FIFA, de acordo com a Time.
O caso Epstein continuou a gerar manchetes, com várias fontes de notícias relatando renúncias ligadas ao escândalo, incluindo as do Dr. Peter Attia e Miroslav Lajčák, conforme relatado pela Variety. A divulgação acidental das identidades das vítimas de agressão sexual nos arquivos de Epstein também aumentou a controvérsia.
Em outras notícias, a plataforma de mídia social X de Elon Musk enfrentou escrutínio na França. Promotores franceses, apoiados pela Europol, invadiram a X e convocaram Musk e a ex-CEO Linda Yaccarino para interrogatório em abril sobre suspeitas de abuso de algoritmos, imagens deepfake e preocupações sobre o conteúdo do chatbot de IA Grok, levando o Ministério Público a deixar a plataforma, de acordo com a Time.
O CEO da Netflix, Ted Sarandos, testemunhou perante uma subcomissão do Senado sobre a tentativa da empresa de comprar grande parte da Warner Bros. Discovery, enfrentando preocupações sobre possíveis questões antitruste e acusações de senadores republicanos de produzir conteúdo excessivamente "woke", de acordo com o The Verge. Uma oferta concorrente da Paramount Skydance complicou a aquisição.
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