A China proibiu as maçanetas ocultas nas portas de carros elétricos (VEs) devido a preocupações de segurança, tornando-se o primeiro país a proibir o design popularizado pela Tesla, de acordo com a BBC Technology. As novas regulamentações, motivadas pelo escrutínio da segurança dos VEs após incidentes mortais, incluindo dois acidentes fatais na China envolvendo VEs da Xiaomi, entrarão em vigor em 1º de janeiro de 2027.
A regra exige que todos os carros vendidos tenham uma liberação mecânica para as portas, tanto dentro quanto fora do veículo, informou a mídia estatal. Esta decisão surge num momento em que o mundo enfrenta uma "recessão democrática", como observado num relatório da Human Rights Watch (HRW) destacado pelo The Guardian, com quase três quartos da população global a viver sob regimes autocráticos, níveis não vistos desde a década de 1980. O relatório citou o crescente autoritarismo e abusos nos EUA, Rússia e China como ameaças à ordem global baseada em regras.
Enquanto isso, a fabricante de aviões estatal chinesa, Comac, está a dar passos na indústria da aviação, com o objetivo de competir com a Airbus e a Boeing, de acordo com a BBC Business. A Comac exibiu o seu jato de passageiros C919 no Singapore Airshow, marcando a sua primeira viagem fora do território chinês há dois anos. A empresa está a apontar para mercados além da China, com foco no mercado de aviação do Sudeste Asiático. "A Comac está de olho no mercado de aviação do Sudeste Asiático", afirmou a empresa.
Em outras notícias internacionais, um pequeno número de palestinianos doentes e feridos foram autorizados a cruzar para o Egito através da passagem de fronteira de Rafah para procurar tratamento médico, informou o The Guardian. Israel permitiu uma reabertura limitada da fronteira, com cerca de 150 pessoas com partida prevista do território e 50 com entrada prevista. No entanto, no primeiro dia, apenas 12 palestinianos foram autorizados a reentrar, de acordo com a Reuters.
Adicionando ao cenário geopolítico, a Presidente do México, Claudia Sheinbaum, prometeu enviar ajuda humanitária a Cuba, apesar dos esforços dos EUA para cortar o acesso ao petróleo, informou o The Guardian. Esta medida segue-se à assinatura de uma ordem do ex-Presidente Trump que ameaça com tarifas os países que vendem petróleo a Cuba. O México está a explorar todas as vias diplomáticas para enviar combustível ao povo cubano.
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