Ataques em Gaza Matam Quase 20 Palestinos em Meio à Retomada das Negociações de Paz
Deir al-Balah, Faixa de Gaza – Ataques israelenses em Gaza na quarta-feira mataram pelo menos 19 palestinos, a maioria dos quais eram mulheres e crianças, de acordo com autoridades hospitalares. Os ataques, que Israel afirmou serem uma resposta a um ataque militante contra soldados israelenses que feriu gravemente um, ocorreram apesar de um cessar-fogo mediado pelos EUA que entrou em vigor em 10 de outubro de 2025.
Autoridades hospitalares relataram que entre os mortos estavam cinco crianças, incluindo um bebê de 5 meses e um bebê de 10 dias, bem como sete mulheres e um paramédico. Desde que o cessar-fogo começou, pelo menos 556 palestinos foram mortos por fogo israelense, de acordo com o ministério da saúde administrado pelo Hamas em Gaza.
A violência se desenrolou enquanto as negociações de paz trilaterais entre os EUA, a Ucrânia e a Rússia eram retomadas em Abu Dhabi, Emirados Árabes Unidos, na quarta-feira. De acordo com a ABC News, as negociações, a segunda edição do formato trilateral, devem continuar até quinta-feira. Tanto Moscou quanto Kyiv descreveram a primeira rodada de negociações no mês passado como construtiva, embora os detalhes das discussões não tenham sido divulgados.
Enquanto isso, nos Estados Unidos, Rahmanullah Lakanwal, um cidadão afegão de 29 anos, estava programado para ser indiciado na quarta-feira em conexão com o tiroteio em novembro de dois membros da Guarda Nacional da Virgínia Ocidental perto da Casa Branca, informou a ABC News. Lakanwal, que trabalhou anteriormente com a CIA no Afeganistão, enfrenta nove acusações, incluindo homicídio em primeiro grau, agressão com intenção de matar e posse ilegal de arma de fogo. A especialista do Exército Sarah Beckstrom, 20, morreu de seus ferimentos em 26 de novembro, enquanto o sargento da Força Aérea Andrew Wolfe sofreu um ferimento de bala na cabeça e permanece em recuperação. Lakanwal se declarou inocente.
Em outras notícias, a Fox News noticiou o desaparecimento da mãe de Savannah Guthrie, com novas pistas levantando alarme. O veículo também observou que o ex-presidente Trump ofereceu apoio à mãe desaparecida da apresentadora da NBC, apesar das tensões passadas.
Também chamou a atenção a discussão online em torno de "Ms. Rachel", uma personalidade do YouTube, e suas postagens nas redes sociais sobre Gaza. De acordo com a Fox News, um estudioso do sionismo e de Israel desafiou a mensagem de Gaza de Ms. Rachel como antissemitismo em ascensão globalmente. A controvérsia surgiu depois que Ms. Rachel curtiu um comentário antissemita no Instagram, provocando um pedido de desculpas emocionado.
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