Pinterest Demite Engenheiros por Rastrearem Dados de Demissões
O Pinterest demitiu recentemente dois engenheiros por acessarem indevidamente informações confidenciais da empresa para rastrear quais funcionários foram afetados pelas recentes demissões, de acordo com reportagens da BBC Technology e BBC Business. A empresa, liderada pelo CEO Bill Ready, anunciou recentemente cortes de empregos que impactam aproximadamente 15% de sua força de trabalho, ou cerca de 700 funções, como parte de uma mudança para uma "abordagem voltada para a IA", de acordo com uma postagem de um funcionário no LinkedIn sobre o memorando interno de Ready.
Os engenheiros teriam escrito scripts personalizados para identificar os locais e nomes dos funcionários demitidos. O Pinterest não havia divulgado publicamente quais equipes ou trabalhadores seriam afetados pela reestruturação.
A decisão da empresa de reduzir sua força de trabalho ocorre no momento em que outras empresas de tecnologia também estão fazendo mudanças significativas. Em notícias relacionadas, a SpaceX de Elon Musk está adquirindo sua startup de inteligência artificial, xAI, em um acordo que avaliaria a xAI em US$ 125 bilhões e a SpaceX em US$ 1 trilhão, potencialmente tornando-a a empresa privada mais valiosa de todos os tempos, de acordo com a BBC Technology. Musk afirmou em um memorando postado no site da SpaceX que a combinação formaria um "motor de inovação" que reuniria IA, foguetes, internet baseada no espaço e mídia sob o mesmo teto.
Enquanto isso, na China, novas regulamentações estão impactando o mercado de veículos elétricos (VE). A China proibiu maçanetas ocultas em VEs, tornando-se o primeiro país a proibir o design popularizado pela Tesla, de acordo com a BBC Technology. As novas regras, que entrarão em vigor em 1º de janeiro de 2027, exigem que os carros tenham uma liberação mecânica tanto dentro quanto fora das portas. Esta decisão segue preocupações de segurança e incidentes mortais envolvendo VEs, incluindo acidentes fatais na China envolvendo VEs da Xiaomi, onde falhas de energia foram suspeitas de impedir a abertura das portas.
No setor farmacêutico, a Novo Nordisk, fabricante de Ozempic e Wegovy, está enfrentando pressões financeiras. As ações da empresa dinamarquesa caíram 18% depois que seu CEO, Maziar Mike Doustdar, alertou que os cortes de preços seriam "dolorosos" para a empresa, de acordo com a BBC Business. A empresa espera que os lucros e as vendas caiam até 13%. Doustdar descreveu as pressões de preços como "sem precedentes". A situação foi "ampliada" por um acordo que a Novo Nordisk e a Eli Lilly fizeram com o ex-presidente dos EUA, Donald Trump, para reduzir o custo dos medicamentos para perda de peso para os americanos. A empresa também anunciou milhares de cortes de empregos em meio ao aumento da concorrência.
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