SpaceX e xAI se Fundem, Avaliadas em Mais de US$ 1 Trilhão
A SpaceX de Elon Musk adquiriu sua startup de inteligência artificial, xAI, em um acordo que avalia a entidade combinada em mais de US$ 1 trilhão, tornando-a a empresa privada mais valiosa de todos os tempos, de acordo com a BBC Technology. A fusão visa unificar IA, foguetes, internet baseada no espaço e mídia sob o mesmo teto, formando um "motor de inovação", de acordo com um memorando de Musk publicado no site da SpaceX.
Os termos do acordo não foram divulgados, mas uma fonte familiarizada com o assunto disse à BBC Technology que a xAI foi avaliada em US$ 125 bilhões e a SpaceX em US$ 1 trilhão. A fusão consolida os diversos interesses comerciais de Musk.
Em outras notícias de negócios, a Novo Nordisk, a empresa dinamarquesa que produz Ozempic e Wegovy, sofreu uma queda de 18% nas ações após alertar que os cortes de preços seriam "dolorosos" para a empresa, informou a BBC Business. O CEO Maziar Mike Doustdar chamou as pressões de preços de "sem precedentes" e disse que as coisas vão piorar antes de melhorarem. A empresa espera que os lucros e as vendas caiam até 13%. A Novo Nordisk citou um acordo com o ex-presidente dos EUA, Donald Trump, para reduzir o custo dos medicamentos para perda de peso para os americanos como um fator que contribui para a situação. A empresa também anunciou milhares de cortes de empregos em meio a alertas de aumento da concorrência.
Enquanto isso, os mercados de previsão estão ganhando força, permitindo que indivíduos apostem em uma variedade de eventos globais, desde agitações políticas até ocorrências catastróficas, de acordo com o The Guardian. Um exemplo envolveu alguém fazendo apostas na destituição do líder venezuelano Nicolás Maduro pouco antes de um ataque, arrecadando quase US$ 500.000.
Em notícias políticas dos EUA, um super PAC ligado ao Comitê de Assuntos Públicos Americano-Israelense (AIPAC) tem como alvo um democrata "moderado", Tom Malinowski, em uma corrida para a Câmara de Nova Jersey, informou a Al Jazeera. Isso marca uma mudança na estratégia do grupo de lobby pró-Israel, que normalmente se concentrou em candidatos progressistas que questionam o apoio militar incondicional dos EUA a Israel.
A Euronews publicou um artigo com conteúdo ilegível devido a problemas de codificação.
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