Nigéria Abatido Após Suspeito Ataque Islamista Deixar Mais de 170 Mortos
Woro, Nigéria – Um ataque brutal na remota aldeia de Woro, na Nigéria, na terça-feira, deixou pelo menos 170 pessoas mortas, de acordo com um legislador local que falou à Reuters. O incidente está sendo descrito como um dos atos de violência mais mortais no país este ano, que tem sido assolado por conflitos sectários.
Sobreviventes relataram que os atacantes eram suspeitos de serem militantes islâmicos que exigiram que os aldeões abraçassem a lei Sharia. Quando os aldeões resistiram, os homens armados teriam amarrado suas mãos atrás das costas e os executado, afirmaram as autoridades.
O ataque ressalta os desafios contínuos que a Nigéria enfrenta no combate a grupos extremistas e na manutenção da segurança em suas regiões remotas. O país tem experimentado um aumento na violência sectária nos últimos anos.
Esforços Diplomáticos em Andamento em Meio a Tensões Geopolíticas
Dubai, Emirados Árabes Unidos – Enquanto a Nigéria lidava com as consequências do ataque, esforços diplomáticos estavam em andamento em outras partes do mundo para abordar as tensões crescentes no Oriente Médio e na Europa Oriental.
Em Dubai, a Cúpula Mundial de Governos teve uma participação europeia recorde, com os Emirados Árabes Unidos se posicionando como um centro neutro para o diálogo global. As autoridades afirmaram que a cúpula forneceu uma plataforma para que os países, mesmo os adversários, se envolvessem no diálogo. Omar Al Olama, ministro de Estado para IA dos Emirados Árabes Unidos, enfatizou a necessidade de um lugar onde diferentes geografias possam pelo menos dialogar.
O primeiro-ministro libanês, Nawaf Salam, também presente na cúpula, expressou seu apoio à retomada das negociações EUA-Irã e aos esforços para promover a estabilidade no Oriente Médio. "Quero enfatizar que a questão da guerra e da paz está nas mãos do governo e unicamente do governo", disse Salam à editora da UE da Euronews, Maria Tadeo, enfatizando a importância de evitar uma "guerra total".
Enquanto isso, o ministro das Relações Exteriores iraniano, Abbas Araghchi, anunciou que o Irã e os Estados Unidos realizariam negociações nucleares na sexta-feira em Omã. O anúncio veio depois de indicações de que as negociações antecipadas estavam vacilando. As tensões entre os países permanecem altas após a repressão do Irã aos protestos nacionais no mês passado.
Na Europa Oriental, o presidente ucraniano Volodymyr Zelenskyy abordou o custo humano da guerra com a Rússia durante uma entrevista à emissora pública francesa France 2 na quarta-feira. Zelenskyy revelou que, "oficialmente, no campo de batalha, o número" de soldados ucranianos mortos é de 55.000.
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