Avanços científicos recentes têm ganhado manchetes em diversas áreas, desde descobertas na regeneração da pele e revisões de literatura orientadas por IA até cosmologia e engenharia genética. Uma grande pesquisa de galáxias indicou que a distribuição da matéria no universo pode ser menos concentrada do que se estimava anteriormente, de acordo com a Nature News.
Pesquisas sobre a estrutura da pele revelaram insights sobre como as cristas interpapilares se formam, potencialmente auxiliando na regeneração da pele, informou a Nature. O estudo, liderado por Thompson et al., foi destacado no Nature Podcast. No campo da engenharia de plantas, cientistas modificaram geneticamente a erva-fétida para produzir óleo de semente, mostrando potenciais avanços na produção sustentável de recursos.
A inteligência artificial continuou a avançar, com IA de código aberto sendo desenvolvida para realizar revisões de literatura científica, conforme observado pela Nature. Asai et al. foram mencionados em conexão com este desenvolvimento.
Além das descobertas científicas, as notícias também incluíram desenvolvimentos em tecnologia, questões legais e entretenimento. A Phys.org relatou sobre violações de privacidade no Pinterest, controvérsias de celebridades envolvendo Halle Berry e Ms. Rachel, e debates éticos em torno de empresas de IA como OpenAI e Anthropic. Elon Musk enfrentou desafios legais, enquanto o desempenho financeiro da Sony também estava sob escrutínio.
Em outras notícias científicas, uma correção foi emitida para um artigo da Nature intitulado "Cotranslational assembly of protein complexes in eukaryotes revealed by ribosome profiling". A Extended Data Fig. 4d foi apresentada erroneamente como uma duplicação parcial da Extended Data Fig. 2a, e as cepas em ambos os painéis foram parcialmente rotuladas incorretamente, de acordo com a Nature. As figuras corrigidas já estão disponíveis. A correção não afetou os resultados do estudo.
Além disso, pesquisas sobre ressurgências do manto sugeriram um conceito universal para o derretimento. Experimentos indicaram que os primeiros derretimentos gerados em ressurgências do manto são derretimentos de silicato ricos em CO2 kimberlíticos, formando-se a aproximadamente 250 km de profundidade através da oxidação do carbono elementar em CO2, informou a Nature. Esta pesquisa fornece uma estrutura para entender como as ressurgências do manto impulsionadas pela flutuabilidade iniciam o derretimento e como esses derretimentos evoluem dentro da astenosfera.
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