Aliado do Presidente Venezuelano Preso em Meio a Preocupações com os Direitos Humanos
Alex Saab, um associado próximo e poderoso do deposto Presidente venezuelano Nicolás Maduro, foi supostamente detido em Caracas durante uma operação conjunta da agência de inteligência da Venezuela e do FBI, de acordo com o The Guardian. Saab, um rico empresário colombo-venezuelano, é há muito considerado o testa de ferro de Maduro. As circunstâncias que envolvem sua prisão permanecem obscuras.
A prisão ocorreu em meio a crescentes preocupações com os direitos humanos e a recessão democrática em todo o mundo. De acordo com um novo relatório da Human Rights Watch, o mundo está a passar por uma "recessão democrática", com quase três quartos da população global a viver sob governantes autocráticos, níveis não vistos desde a década de 1980. O relatório citou abusos liderados por figuras como o ex-presidente dos EUA, Donald Trump, bem como o autoritarismo em países como a Rússia e a China, como ameaças à ordem global baseada em regras.
Enquanto isso, no Uganda, o líder da oposição Bobi Wine permaneceu escondido quase três semanas após uma eleição disputada. O paradeiro de Wine é desconhecido desde que ele fugiu do que descreveu como uma invasão noturna à sua casa pela polícia e pelos militares, de acordo com o The Guardian. A situação foi ainda mais complicada por uma rixa de alto risco nas redes sociais com o chefe militar do país.
Na Venezuela, o presidente interino promoveu medidas desde a captura de Maduro, incluindo um plano para transformar a notória prisão de El Helicoide em um centro cultural. Os críticos argumentam que esta medida apaga a longa história de repressão da Venezuela. El Helicoide foi originalmente projetado na década de 1950 como um shopping center drive-through, mas nunca foi concluído e mais tarde se tornou uma prisão sob os regimes de Hugo Chávez e Nicolás Maduro.
Na Nigéria, a morte da cantora Ifunanya Nwangene, ex-concorrente do The Voice Nigeria, após uma picada de cobra em seu apartamento em Abuja, destacou a crise de fatalidades evitáveis no país. Nwangene, 26, morreu no hospital enquanto aguardava tratamento após ser mordida por uma cobra enquanto dormia. Em uma última mensagem para seus amigos, Nwangene escreveu: "Por favor, venham". O incidente levantou questões sobre a disponibilidade de antivenenos eficazes.
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