Avanços recentes em inteligência artificial e medicina regenerativa estão ganhando as manchetes, enquanto interesses geopolíticos e conflitos internos continuam a moldar os assuntos internacionais. Desde avaliações de modelos de IA até pesquisas de revitalização da pele e a supressão de protestos no Irã, desenvolvimentos em vários setores estão exigindo atenção.
No campo da inteligência artificial, a comunidade de IA acompanha de perto o progresso de grandes modelos de linguagem. Cada vez que empresas como OpenAI, Google ou Anthropic lançam um novo modelo, a METR, uma organização sem fins lucrativos de pesquisa em IA, atualiza um gráfico que se tornou um indicador-chave das capacidades de IA, de acordo com a MIT Technology Review. O gráfico sugere que certas capacidades de IA estão se desenvolvendo a uma taxa exponencial, com modelos recentes superando as tendências anteriores. Foi o caso do Claude Opus 4.5, a versão mais recente do modelo mais poderoso da Anthropic. Enquanto isso, o modelo de fala para texto da Mistral AI e a ferramenta de codificação de IA da Kilo representam outros avanços no campo, conforme observado pela Nature News. No entanto, esses avanços não estão isentos de desafios, pois problemas de controle de qualidade, como erros de identificação de CPU e correções de figuras em publicações, destacam a necessidade de precisão e vigilância.
Simultaneamente, a pesquisa sobre as cristas reticulares, estruturas na pele que podem abrigar células-tronco, oferece potenciais avanços na medicina regenerativa. Pesquisadores têm estudado essas cristas para entender como elas se formam, com a esperança de um dia reverter o envelhecimento da pele, informou a Nature News. Ao estudar modelos animais com pele semelhante à dos humanos, os cientistas estão descobrindo pistas para revitalizar a pele.
Nos assuntos internacionais, o interesse de Donald Trump pela Groenlândia começou com um briefing de inteligência no início de 2018, informou a Time. Durante o briefing, Trump foi informado sobre o aumento da atividade de submarinos russos e o aumento da presença de navios chineses no Ártico, o que representava uma ameaça à segurança. De acordo com um alto funcionário da Casa Branca, Trump ficou preocupado com a ideia de que os EUA precisavam de uma presença maior e mais permanente na Groenlândia devido à sua localização estratégica no Atlântico Norte. Em maio daquele ano, Trump se reuniu com Ronald Lauder, que sugeriu que os EUA poderiam alavancar as dificuldades econômicas da Dinamarca para adquirir a Groenlândia.
Enquanto isso, no Irã, a supressão de protestos recentes pela República Islâmica deixou muitos traumatizados, de acordo com a Time. O que começou como manifestações pacíficas evoluiu para violência depois que o regime cortou o acesso à internet e as forças de segurança abriram fogo contra multidões. A sequência de eventos, de acordo com a Time, sugere que foram emitidas ordens para esmagar os protestos por todos os meios necessários.
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