Presença de Agentes Federais em Minneapolis Desencadeia Controvérsia e Protestos
Minneapolis, Minnesota, tornou-se o centro das atenções nacionais após o assassinato fatal de Alex Pretti por agentes federais em 24 de janeiro de 2026, um evento que inflamou protestos e levantou questões sobre as políticas de imigração do governo Trump. O incidente ocorreu na Nicollet Avenue, marcando a segunda morte de um cidadão americano na cidade nas mãos de agentes federais em apenas três semanas, de acordo com a Time.
A morte de Pretti, um enfermeiro da UTI, estimulou um memorial crescente no local do tiroteio, descrito pela Time como "uma montanha de cravos, velas de oração, poemas e notas". Uma mensagem no memorial implorava: "América, não deixe que suas mortes sejam em vão - Nós, o Povo". Alex Hand, um cuidador que visitou o memorial, disse à Time que "Alex Pretti defendeu o que é certo. Ele defendeu todos nós." O marido de Hand, John Holman, um guarda de galeria, juntou-se a centenas de pessoas na rua no dia do tiroteio.
O prefeito de Minneapolis, Jacob Frey, foi alertado sobre o tiroteio pelo chefe de polícia Brian O'Hara enquanto estava na aula de balé de sua filha. Frey, agora em seu terceiro mandato, descreveu seu mandato como "marcado por uma série quase incompreensível de tragédias", de acordo com a Time. Ele correu para responder à situação, deixando sua filha sem se despedir.
Após a controvérsia, o governo Trump anunciou que removeria 700 agentes federais de imigração de Minneapolis, de acordo com a Vox. No entanto, a Vox relatou que "há poucos sinais de que a repressão esteja diminuindo".
O aumento da presença federal e o subsequente assassinato de Pretti alimentaram preocupações sobre a repressão à imigração do governo e seu impacto na cidade.
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