Enviado dos EUA Rompe Laços com Presidente do Parlamento Polonês por Comentários Sobre Trump; Aliado de Maduro Detido
A embaixada dos Estados Unidos na Polônia cortou contato com o Presidente do Parlamento polonês, Wlodzimierz Czarzasty, na quinta-feira, 5 de fevereiro de 2026, após o que considerou "insultos ultrajantes" dirigidos ao Presidente dos EUA, Donald Trump, segundo a Al Jazeera. O embaixador dos EUA na Polônia, Tom Rose, afirmou que a decisão de encerrar todas as relações com Czarzasty entraria em vigor imediatamente. Este revés diplomático ocorreu quando Alex Saab, um aliado próximo do deposto Presidente venezuelano Nicolás Maduro, foi supostamente detido em Caracas, enfrentando potencialmente a extradição para os EUA, de acordo com o The Guardian.
As declarações de Czarzasty, que desencadearam a resposta da embaixada dos EUA, incluíram a afirmação de que Trump não merece o Prêmio Nobel da Paz que há muito busca. Ele também criticou a política de força do presidente dos EUA nos assuntos internacionais, informou a Al Jazeera.
Enquanto isso, na Venezuela, Alex Saab, um empresário colombiano-venezuelano considerado o "testa de ferro" de Maduro, foi supostamente detido em uma operação conjunta envolvendo a agência de inteligência da Venezuela e o FBI, afirmou o The Guardian. As circunstâncias que envolvem a detenção de Saab permanecem obscuras, mas seus laços estreitos com Maduro o tornaram uma figura de interesse para as autoridades dos EUA.
Esses eventos se desenrolam enquanto o governo Trump finaliza sua reformulação do sistema de serviço público do governo dos EUA, potencialmente concedendo ao presidente o poder de contratar e demitir cerca de 50.000 funcionários federais de carreira, informou a Al Jazeera. Espera-se que o Escritório de Gestão de Pessoal (OPM) dos EUA crie uma nova categoria para funcionários de carreira de alto escalão envolvidos na execução das políticas da administração, isentando-os das proteções de longa data do serviço público, de acordo com o Wall Street Journal. Essa medida segue a redução de mais de 300.000 pessoas da força de trabalho federal em 2025 pelo governo, observou a Al Jazeera.
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