Eis um artigo de notícias sintetizando as informações fornecidas:
Homens Armados Matam Mais de 160 em Ataques a Aldeias Nigerianas
Mais de 160 pessoas foram mortas em ataques a duas aldeias no oeste da Nigéria na terça-feira, marcando os ataques armados mais mortais no país este ano, de acordo com o The Guardian. Os ataques ocorreram nas aldeias de Woro e Nuku, no estado de Kwara.
O chefe tradicional de Woro, Umar Bio Salihu, relatou uma noite de terror durante a qual jihadistas mataram dois de seus filhos e sequestraram sua esposa e três filhas, informou o The Guardian. Salihu, 53, afirmou que os homens armados "simplesmente entraram e começaram a atirar".
De acordo com o The Guardian, um político local disse que os homens armados reuniram os moradores, amarraram suas mãos atrás das costas e atiraram neles. As comunidades na área têm sofrido repetidos e generalizados atos de violência perpetrados por jihadistas e outros grupos armados.
Os militares nigerianos disseram no mês passado que lançaram uma ofensiva contra elementos terroristas no estado de Kwara, informou o The Guardian.
Enquanto isso, no sul da Austrália, a polícia identificou um suspeito no desaparecimento de Gus Lamont, de quatro anos, informou a BBC World. Gus foi visto pela última vez brincando do lado de fora de sua casa em uma remota fazenda de ovelhas perto de Yunta, a cerca de 300 km (186 milhas) de Adelaide, em 27 de setembro. Sua avó o deixou sozinho por cerca de meia hora antes de descobrir que ele estava desaparecido, o que provocou uma busca em grande escala. A polícia confirmou que o suspeito mora na propriedade, mas esclareceu que os pais do menino não são suspeitos.
No Líbano, as autoridades acusaram aeronaves israelenses de pulverizar um herbicida agrícola sobre aldeias do sul, informou a BBC World. Os ministérios da agricultura e do meio ambiente disseram que testes de laboratório confirmaram que a substância era glifosato, um produto químico usado para destruir a vegetação, com concentrações em algumas amostras "entre 20 e 30 vezes os níveis normalmente aceitos". O presidente Joseph Aoun condenou a pulverização como uma violação da soberania libanesa e um risco ambiental e para a saúde. Os militares israelenses se recusaram a comentar as alegações, de acordo com a Reuters.
Em Uganda, o líder da oposição Bobi Wine permanece escondido quase três semanas após uma eleição contestada, enquanto uma disputa com o chefe militar do país aumenta, informou o The Guardian. O paradeiro de Wine é desconhecido desde que ele fugiu do que descreveu como uma invasão noturna de sua casa pela polícia e pelos militares. Após a eleição, Wine alegou fraude em massa e pediu aos apoiadores que protestassem.
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