Eis um artigo de notícias sintetizando as informações fornecidas:
Violência Mortal Erompe na Nigéria, Explosão em Mina Mata Dezenas na Índia, Enquanto Líbano Acusa Israel de Pulverização de Herbicida
A Nigéria está abalada pelos ataques armados mais mortais deste ano, depois que homens armados mataram mais de 160 pessoas em ataques a duas aldeias no estado de Kwara na terça-feira, de acordo com autoridades locais e relatos de notícias. Simultaneamente, na Índia, uma explosão em uma mina de carvão ilícita ceifou a vida de pelo menos 18 pessoas, com temores de que mais mineiros permaneçam presos, informaram as autoridades locais na quinta-feira. Enquanto isso, as tensões aumentaram entre o Líbano e Israel depois que o Líbano acusou aeronaves israelenses de pulverizar um herbicida concentrado sobre aldeias do sul do Líbano.
Na Nigéria, os ataques tiveram como alvo as aldeias de Woro e Nuku, no estado de Kwara. Um político local afirmou que os homens armados cercaram os moradores, amarraram suas mãos atrás das costas e atiraram neles. A violência ressalta os atos repetidos e generalizados perpetrados por jihadistas e outros grupos armados na região. Os militares nigerianos lançaram uma ofensiva contra elementos terroristas no estado de Kwara no mês passado, de acordo com a Reuters.
Passando para a Índia, a explosão da mina de carvão ocorreu em uma parte remota do distrito de East Jaintia Hills, no nordeste da Índia. A polícia confirmou que recuperou 18 corpos do local da explosão na quinta-feira. O oficial local Manish Kumar informou que outros oito ficaram feridos no incidente. O número exato de trabalhadores presentes no local durante a explosão permanece incerto, levantando preocupações de que indivíduos adicionais ainda possam estar presos. De acordo com Kumar, as operações de resgate foram interrompidas ao pôr do sol na quinta-feira e estavam programadas para serem retomadas na sexta-feira com apoio adicional.
Em um desenvolvimento separado, o Líbano acusou Israel de violar sua soberania ao pulverizar um herbicida agrícola sobre aldeias do sul. De acordo com as autoridades libanesas, a pulverização levantou preocupações sobre a segurança alimentar e ambiental. Os ministérios da agricultura e do meio ambiente afirmaram que testes de laboratório confirmaram que a substância era glifosato, um produto químico usado para destruir a vegetação, com concentrações em algumas amostras "entre 20 e 30 vezes os níveis normalmente aceitos", de acordo com a BBC World. O presidente libanês, Joseph Aoun, condenou a pulverização do que descreveu como "substâncias tóxicas". Os militares israelenses se recusaram a comentar as alegações, informou a Reuters.
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