Keir Starmer, o Primeiro-Ministro britânico, pediu desculpas, na quinta-feira, às vítimas de Jeffrey Epstein por ter nomeado Peter Mandelson como embaixador da Grã-Bretanha em Washington, após documentos recentemente divulgados revelarem uma relação mais próxima entre Mandelson e o financista desonrado do que anteriormente divulgado. A nomeação, que levou à demissão de Mandelson e a uma investigação policial, gerou intensas críticas e pedidos de demissão de Starmer, de acordo com várias fontes de notícias.
O pedido de desculpas de Starmer surgiu depois que documentos vieram à tona detalhando os laços de Mandelson com Epstein, incluindo casos em que Mandelson "retratou Epstein como alguém que ele mal conhecia", de acordo com o discurso de Starmer na quinta-feira, conforme relatado pela Euronews. Esse erro de avaliação atraiu condenação, com alguns críticos questionando o julgamento de Starmer sobre o assunto.
O escândalo se ampliou, com o Príncipe Andrew desocupando o Royal Lodge, potencialmente acelerado pela divulgação de arquivos relacionados a Epstein e pela pressão do Príncipe William, de acordo com a Euronews. Simultaneamente, o ciclo de notícias também inclui outros desenvolvimentos, como a busca por Nancy Guthrie, mãe de Savannah Guthrie, que desapareceu de sua casa em Tucson, com o FBI oferecendo uma recompensa e investigando um bilhete de resgate, conforme relatado pela Variety.
A controvérsia em torno da nomeação de Mandelson e suas ligações com Epstein está sob escrutínio. A investigação policial está em andamento, e as consequências levaram a uma pressão política significativa sobre Starmer.
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