Esperava-se que autoridades dos EUA e do Irão se reunissem em Omã para negociações diretas, enquanto o Canadá abriu o seu primeiro posto diplomático na Gronelândia, e o ex-presidente dos EUA, Donald Trump, apoiou a primeira-ministra do Japão, Sanae Takaichi, antes de eleições antecipadas, de acordo com vários relatos. Estes eventos ocorreram em meio a preocupações contínuas sobre tensões internacionais e questões internas.
Altos funcionários dos EUA e do Irão deveriam reunir-se em Omã, enquanto persistiam os receios de um confronto militar entre os dois países, de acordo com a BBC World. As discussões seguiram-se a um reforço militar dos EUA no Médio Oriente, motivado pela violenta repressão do Irão aos protestos antigovernamentais. A equipa de negociação dos EUA seria liderada pelo enviado especial Steve Witkoff, enquanto a equipa iraniana seria chefiada pelo Ministro dos Negócios Estrangeiros, Abbas Araghchi.
Entretanto, o Canadá deu um passo significativo na diplomacia internacional ao abrir o seu primeiro posto diplomático na Gronelândia. Uma delegação de altos funcionários canadianos, incluindo a Governadora-Geral Mary Simon e a Ministra dos Negócios Estrangeiros Anita Anand, viajou para Nuuk para abrir formalmente o consulado, acompanhada por um navio da Guarda Costeira Canadiana, informou a BBC World. Esta medida foi vista como uma demonstração de solidariedade, particularmente após as ameaças do ex-presidente dos EUA, Donald Trump, de assumir o controlo do território. Antes disso, apenas a Islândia e os Estados Unidos tinham uma presença diplomática completa na Gronelândia.
No Japão, Donald Trump apoiou publicamente a primeira-ministra Sanae Takaichi antes de eleições antecipadas no domingo, de acordo com a BBC World. Trump, numa publicação na Truth Social, afirmou que Takaichi já tinha "provado ser uma líder forte, poderosa e sábia... uma que realmente ama o seu país". Este apoio foi notável, pois é raro os presidentes dos EUA apoiarem publicamente candidatos em eleições estrangeiras.
Em outras notícias internas, a polícia do Arizona continuou a sua busca por Nancy Guthrie, a mãe desaparecida da âncora de notícias dos EUA, Savannah Guthrie, de acordo com a BBC World. Apesar do seu desaparecimento cinco dias antes, as autoridades acreditavam que ela estava "ainda por aí", de acordo com o xerife do Condado de Pima, Chris Nanos. O FBI estava a analisar duas notas de resgate relacionadas com o caso.
O sistema de saúde dos EUA também permaneceu um tema de preocupação, sem acordo sobre como abordar os seus problemas. Jeff King, um homem de 66 anos do Kansas, ficou chocado ao receber uma fatura de 160.000 dólares por um procedimento médico, destacando o fardo financeiro enfrentado por muitos americanos. King, que não tinha seguro de saúde padrão, descreveu a situação como "bastante traumática". Estima-se que cerca de 100 milhões de americanos sejam afetados por problemas semelhantes de custos de saúde.
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