Um júri federal considerou a Uber responsável pela agressão sexual de uma passageira e ordenou que a empresa pagasse US$ 8,5 milhões em indenização, potencialmente estabelecendo um precedente para mais de 3.000 casos semelhantes. Simultaneamente, as autoridades na Espanha continuaram a procurar uma mulher desaparecida, arrastada por um rio caudaloso durante a Tempestade Leonardo, enquanto os reguladores da UE analisavam o design viciante do TikTok, e a Waymo enfrentava desafios em Washington, D.C.
O veredicto da Uber, proferido em Phoenix, Arizona, marca um desenvolvimento significativo nas batalhas legais em andamento contra a gigante de compartilhamento de viagens. De acordo com o The Verge, a decisão pode impactar milhares de outros casos consolidados no tribunal federal dos EUA. A decisão do júri destaca a responsabilidade da empresa em garantir a segurança dos passageiros.
Enquanto isso, na Espanha, a busca por uma mulher de 45 anos desaparecida desde que foi arrastada por um rio em Málaga continuou, enquanto a Tempestade Leonardo castigava a Andaluzia. A Euronews informou que a mulher estava tentando resgatar seu cachorro quando o incidente ocorreu. A polícia mobilizou equipes aéreas e caninas nos esforços de busca. A tempestade também forçou evacuações e fechamentos de estradas em toda a região, com engenheiros inspecionando as fundações de edifícios em Cádis após danos causados pela água.
Em outras notícias, os reguladores da UE expressaram preocupações sobre o design viciante do TikTok, potencialmente colocando a plataforma de mídia social em violação da Lei de Serviços Digitais (DSA). O The Verge informou que as descobertas preliminares da Comissão Europeia podem levar a multas significativas e mudanças necessárias no design do aplicativo.
A Waymo, subsidiária da Alphabet que desenvolve tecnologia de veículos autônomos, enfrentou dificuldades em Washington, D.C., apesar de seus planos de expansão e da recente rodada de financiamento. A Wired observou que a empresa, que opera robotáxis em seis cidades e planeja lançar em outras doze, encontrou um "período difícil" na capital do país, onde começou a testar em 2024.
Além disso, a NASA continuou a lidar com vazamentos de hidrogênio no foguete Space Launch System (SLS), causando mais atrasos. A Ars Technica informou que o problema, que anteriormente causou meses de atrasos, ressurgiu durante um teste de abastecimento, adiando o lançamento da missão Artemis II até março.
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