Oito policiais atuais e antigos de Toronto foram presos após uma investigação que expôs o alcance do crime organizado, enquanto em outras notícias, o presidente de Cuba expressou disposição para se envolver com Washington, e um associado próximo do presidente venezuelano deposto foi supostamente detido em Caracas. Esses eventos, juntamente com revelações dos arquivos Epstein e um massacre na Nigéria, estão moldando o ciclo de notícias atual.
As prisões da polícia de Toronto, conforme relatado pelo The Guardian, resultaram de uma investigação abrangente que descobriu ligações com subornos, o tráfico de drogas e um plano de assassinato. A investigação, que envolveu pelo menos oito policiais, destacou a influência corrosiva do crime organizado dentro da maior força policial municipal do Canadá.
Enquanto isso, o presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, afirmou a disposição de seu governo em se envolver com Washington, de acordo com o The Guardian. Este anúncio veio após meses de ameaças de Donald Trump. A nação insular está atualmente enfrentando uma crise econômica cada vez mais profunda.
Na Venezuela, Alex Saab, um associado próximo do presidente deposto Nicolás Maduro, foi supostamente detido em Caracas durante uma operação conjunta da agência de inteligência da Venezuela e do FBI, conforme relatado pelo The Guardian. Saab, um rico empresário colombiano-venezuelano, é considerado o testa de ferro de Maduro. A mesma fonte também informou que o magnata da mídia bilionário Raúl Gorrín foi preso no mesmo endereço.
Os arquivos Epstein, conforme relatado pela BBC Business, lançaram nova luz sobre o relacionamento do Príncipe Andrew com David Rowland, um empresário controverso. E-mails revelaram que o Príncipe Andrew se referia a Rowland como seu "homem do dinheiro de confiança" para Jeffrey Epstein. Os e-mails também indicaram que o Príncipe Andrew tentou promover os empreendimentos financeiros de Rowland enquanto servia como enviado comercial do Reino Unido. No entanto, Epstein pareceu relutante em se envolver com Rowland, depois de ser avisado sobre a imprensa negativa que o cercava.
Na Nigéria, um chefe da aldeia relatou uma noite de terror durante a qual jihadistas massacraram residentes, de acordo com o The Guardian. Umar Bio Salihu, o chefe local de Woro, no estado de Kwara, disse que homens armados mataram dois de seus filhos e sequestraram sua esposa e três filhas. O ataque ocorreu no início da semana.
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