Mais de 160 pessoas foram mortas em ataques a duas aldeias no oeste da Nigéria, enquanto a Tempestade Leonardo continuava a castigar partes da Europa e do norte da África, trazendo chuva torrencial e ventos fortes, de acordo com relatos de sexta-feira. Enquanto isso, a França abriu um consulado na Groenlândia, tornando-se o primeiro país da UE a fazê-lo, e um general russo está, segundo relatos, lutando pela vida após ser baleado em Moscou.
Os ataques na Nigéria, considerados os assaltos armados mais mortais do país este ano, ocorreram nas aldeias de Woro e Nuku, no estado de Kwara. Homens armados reuniram moradores, amarraram suas mãos e atiraram neles, disse um político local, de acordo com The Guardian. O exército nigeriano havia lançado uma ofensiva contra elementos terroristas no estado de Kwara no mês anterior, de acordo com a Reuters.
A Tempestade Leonardo, um sistema meteorológico de movimento lento, causou alertas de clima severo em toda a península Ibérica. A agência meteorológica estatal da Espanha, Aemet, emitiu seu alerta vermelho mais alto para fortes chuvas em Cádiz e partes de Málaga, conforme relatado pelo The Guardian. Inundações repentinas em Marrocos forçaram mais de 100.000 pessoas a evacuar.
Em assuntos internacionais, o tenente-general Vladimir Alekseyev está lutando pela vida após ser baleado várias vezes em um prédio de apartamentos em Moscou, informou a Sky News. A Rússia está culpando a Ucrânia pelo ataque. Alekseyev esteve envolvido em várias operações russas em todo o mundo, de acordo com a Sky News.
A França abriu um consulado na capital da Groenlândia, Nuuk, na sexta-feira, fortalecendo sua presença diplomática no Ártico, informou a Euronews. Essa medida cumpre uma promessa feita pelo presidente Emmanuel Macron durante sua visita à ilha em junho passado. A França é o primeiro país da UE a estabelecer um consulado geral na Groenlândia, à frente de seus parceiros no bloco de 27 membros.
Em outras notícias, líderes da Coordenação Iraquiana, a coalizão política xiita que venceu as eleições parlamentares de novembro, insistem que Nouri al-Maliki será seu candidato à chefia do governo iraquiano, mesmo após ameaças dos Estados Unidos, de acordo com a Al Jazeera.
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