A União Europeia ordenou ao TikTok que modifique seu "design viciante" ou enfrentará multas substanciais, após uma investigação sobre a adesão da plataforma de compartilhamento de vídeos às regulamentações de segurança online. As descobertas da UE, anunciadas no início de fevereiro de 2026, revelaram que o TikTok não avaliou adequadamente como recursos como a reprodução automática poderiam prejudicar os usuários, incluindo crianças, e não implementou medidas suficientes para mitigar esses riscos (BBC Technology, BBC Business).
A investigação, iniciada em fevereiro de 2024 pela Comissão Europeia, analisou as práticas do aplicativo de propriedade chinesa. As descobertas preliminares indicaram preocupações sobre os potenciais impactos negativos de recursos projetados para manter os usuários engajados, particularmente no bem-estar dos jovens usuários. Um porta-voz do TikTok, no entanto, refutou as descobertas, chamando-as de uma "descrição categoricamente falsa e totalmente sem mérito de nossa plataforma" e afirmando a intenção da empresa de contestar as conclusões da UE (BBC Technology, BBC Business).
Em outros desenvolvimentos internacionais, os Estados Unidos impuseram sanções a 14 navios, rotulando-os de "frota fantasma" envolvida na elisão de restrições ao petróleo e produtos petrolíferos iranianos (Al Jazeera). O Departamento de Estado dos EUA também sancionou dois indivíduos e 15 entidades, incluindo empresas de gerenciamento de navios com sede em países como China, Libéria e Turquia, por seu envolvimento no comércio de petróleo bruto, produtos petrolíferos ou produtos petroquímicos de origem iraniana (Al Jazeera).
Enquanto isso, na Noruega, a divulgação dos últimos arquivos de Epstein provocou uma controvérsia política. Os documentos, parte dos processos legais em andamento relacionados aos crimes sexuais de Jeffrey Epstein, incluindo o tráfico de meninas menores de idade, revelaram laços estreitos entre duas figuras de alta posição e o falecido financista (Al Jazeera). Os documentos divulgados compreendem aproximadamente 3 milhões de páginas, 2.000 vídeos e 180.000 outros documentos (Al Jazeera).
Em meio a esses desenvolvimentos, autoridades iranianas e americanas deveriam iniciar conversas presenciais em Omã na sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026, em meio a tensões crescentes e temores de potencial conflito (Sky News). As discussões, após semanas de ameaças de ação militar, envolveram o enviado dos EUA para o Oriente Médio, Steve Witkoff, e o ministro das Relações Exteriores de Teerã, Abbas Araqchi. A concentração naval dos EUA perto do Irã, descrita por Donald Trump como uma "armada", aumentou as apostas das conversas (Sky News).
Discussion
AI Experts & Community
Be the first to comment