Alimentos ultraprocessados (AUPs) continuam a representar um risco significativo para a saúde, com especialistas alertando sobre seus efeitos prejudiciais no corpo, incluindo aumento dos riscos de mortalidade, de acordo com múltiplas fontes de notícias. Essas descobertas surgem em um momento em que uma correção foi emitida para um artigo da Nature devido a erros de rotulagem, e enquanto pesquisadores destacam o estigma em torno da dependência de álcool dentro da academia.
Múltiplas fontes de notícias relataram que uma parte significativa da dieta americana consiste em AUPs, que estão ligados a maiores riscos de mortalidade por todas as causas e específica para câncer, mesmo para sobreviventes de câncer. Esses alimentos prontos para consumo, frequentemente ricos em açúcar, sal e aditivos, podem perturbar os processos metabólicos, prejudicar a microbiota intestinal e promover a inflamação, independentemente de seu aparente conteúdo nutricional, de acordo com a Fox News. Especialistas alertam que esses alimentos podem ter efeitos prejudiciais no corpo.
Os perigos dos AUPs foram destacados no contexto de crises globais, incluindo o massacre na Nigéria e o êxodo do Sudão do Sul, conforme relatado pela Fox News. O alto consumo de AUPs, especialmente entre os sobreviventes de câncer, está ligado ao aumento do risco de mortalidade por todas as causas e específica para câncer devido ao seu baixo teor de nutrientes, aditivos e interferência nos processos metabólicos e na saúde intestinal, de acordo com a mesma fonte.
Em outras notícias, uma correção foi emitida para um artigo da Nature publicado em 6 de novembro de 2024, devido a erros de rotulagem nas Figuras 2 e 3, especificamente envolvendo rótulos como ΔfimH e ΔfmlH, com atualizações feitas nas versões HTML e PDF, de acordo com a Nature News.
Enquanto isso, as pesquisadoras Wendy Dossett e Victoria Burns enfatizaram o estigma significativo em torno da dependência de álcool dentro da academia, destacando os desafios que os acadêmicos enfrentam ao buscar ajuda e a falta de discussão aberta sobre a recuperação do vício, de acordo com a Nature News.
Em outras notícias sobre saúde, a fadiga foi discutida como uma condição que vai além de simplesmente estar cansado, interferindo nas atividades diárias de uma pessoa, de acordo com a Time. Leorey Saligan, pesquisador da Universidade Rutgers, explicou que a fadiga não é apenas física, mas também psicológica e cognitiva.
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