Em Dakar, Senegal, uma academia de surf está causando impacto ao combinar aulas de surf com educação, ajudando aproximadamente 20 meninas a retornar à escola. O programa, administrado pelo grupo americano Black Girls Surf, está localizado na vila de pescadores de Xataxely e exige que as meninas frequentem aulas se quiserem participar do surf.
O programa de quatro meses combina instrução de surf com aulas noturnas para meninas que haviam abandonado a escola ou nunca se matriculado, de acordo com a Euronews. As meninas vêm principalmente de famílias Lebou, comunidades tradicionais de pescadores Wolof.
Em outras notícias, um procedimento cirúrgico experimental está ajudando sobreviventes de câncer a ter bebês. Cirurgiões estão sendo pioneiros em uma solução para os efeitos colaterais prejudiciais da radiação e da quimioterapia no útero e nos ovários, movendo temporariamente esses órgãos durante o tratamento do câncer, de acordo com a MIT Technology Review. Uma vez que o tratamento é concluído, os órgãos são reposicionados. Na semana passada, uma equipe na Suíça anunciou o nascimento de um menino, Lucien, cuja mãe havia passado por este procedimento. Este foi o quinto bebê nascido após a cirurgia e o primeiro na Europa, de acordo com Daniela Huber, a ginecologista oncologista que realizou a operação (MIT Technology Review).
Enquanto isso, em Minneapolis, Minnesota, algumas famílias de imigrantes estão vivendo com medo das autoridades de imigração, impactando a educação de seus filhos. De acordo com a Fortune, Giancarlo, de 10 anos, ainda frequenta a escola, mas sua família vive com medo constante de agentes de imigração. Sua mãe, falando sob condição de anonimato parcial, ora pela segurança de seu filho, temendo ser alvo das autoridades de imigração. A mãe de Giancarlo disse à Associated Press: "Deus, por favor, proteja meu filho quando ele não estiver em casa."
Finalmente, uma nova crítica foi publicada na revista Trends in Plant Science, questionando as descobertas de um estudo que afirmava que árvores de abeto conseguiam sentir um eclipse solar. O artigo original, que gerou interesse da mídia, sugeriu que as árvores nas montanhas Dolomitas da Itália sincronizaram sua atividade bioelétrica em antecipação a um eclipse solar parcial. No entanto, outros pesquisadores levantaram preocupações sobre as descobertas iniciais, de acordo com a Ars Technica.
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