Um atentado suicida a uma mesquita xiita nos arredores de Islamabad, Paquistão, tirou a vida de 31 pessoas e feriu pelo menos 169 outras na sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026, de acordo com a Associated Press (Fonte 2). O ataque, uma ocorrência rara na capital, ocorreu durante as orações de sexta-feira, levando as autoridades a responderem ao local.
O atentado, que ocorreu em Islamabad, provocou respostas imediatas da polícia e dos moradores, que foram vistos transportando os feridos para hospitais próximos, conforme retratado em imagens de televisão e nas redes sociais (Fonte 2). Este incidente ocorre quando o governo paquistanês, aliado ao Ocidente, enfrenta um aumento nos ataques militantes em todo o país (Fonte 2).
Em outras notícias, uma vulnerabilidade foi descoberta no endpoint ExecuteMultiOperation da Temporal (CVE-2025-14986), identificada por Mav Levin, um pesquisador de segurança fundador da depthfirst (Fonte 1). Este bug de ligação de identidade permitia que a autorização para um namespace fosse passada em uma solicitação externa, comprometendo potencialmente a segurança. Levin, que pesquisa na depthfirst, destacou os perigos das APIs agrupadas, afirmando que "Agrupar introduz complexidade, e a complexidade é onde os bugs se escondem" (Fonte 1).
Enquanto isso, os Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) têm emitido alertas de saúde com menos frequência desde que o presidente Trump voltou ao cargo, levantando preocupações entre médicos e autoridades de saúde pública (Fonte 3). Essa diminuição nos alertas deixou os médicos se sentindo "voando às cegas", de acordo com Rob Stein, conforme relatado em All Things Considered (Fonte 3).
Em notícias científicas, uma correção foi emitida para um artigo publicado em 28 de janeiro de 2026, na Nature, sobre a impressão imunológica ambientalmente impulsionada (Fonte 4). As imagens apresentadas como Figuras de Dados Estendidos 8 e 9 foram trocadas na publicação inicial, e as versões corrigidas foram atualizadas nas versões HTML e PDF (Fonte 4).
Finalmente, um estudo revelou que as regiões produtoras de petróleo e gás nos Estados Unidos continentais estão emitindo até cinco vezes mais metano do que as empresas estão relatando aos reguladores governamentais (Fonte 5). Essa informação foi coletada usando um avião "super-sniffer", destacando as emissões ocultas dos campos de petróleo (Fonte 5).
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