Um tribunal dos EUA ordenou que a Uber pagasse US$ 8,5 milhões a uma mulher que alegou ter sido estuprada por um motorista, uma decisão que pode impactar milhares de outros casos contra a empresa de compartilhamento de viagens, de acordo com reportagens da BBC Technology e BBC Business. O processo federal, julgado no Arizona, foi concluído com um júri considerando a Uber responsável pelas ações do motorista. A Uber declarou sua intenção de recorrer da decisão.
A autora, Jaylynn Dean, alegou ter sido agredida sexualmente no carro enquanto usava o serviço da Uber, conforme relatado pela BBC Technology. O júri rejeitou alegações adicionais no processo, incluindo alegações de negligência e sistemas de segurança defeituosos por parte da Uber.
Em outras notícias, a União Europeia ordenou que o TikTok modificasse seu "design viciante" ou enfrentasse multas significativas, de acordo com a BBC Technology. A investigação da UE, que começou em fevereiro de 2024, descobriu que a plataforma de compartilhamento de vídeos não avaliou adequadamente como recursos como reprodução automática poderiam prejudicar os usuários, incluindo crianças, e não implementou medidas para mitigar esses riscos. Um porta-voz do TikTok disse à BBC que as conclusões eram uma "descrição categoricamente falsa e totalmente sem mérito de nossa plataforma" e que a empresa planejava contestá-las.
Enquanto isso, o preço do Bitcoin caiu para seu nível mais baixo em 16 meses, apesar do apoio público à criptomoeda do ex-presidente dos EUA, Donald Trump, conforme relatado pela BBC Technology. Um único Bitcoin caiu para US$ 60.000 antes de se recuperar ligeiramente. A queda ocorreu após meses de preços crescentes do Bitcoin, que viram a criptomoeda atingir um recorde histórico de US$ 122.200 em outubro de 2025. Joshua Chu, co-presidente da Hong Kong Web3 Association, disse à Reuters que os investidores que "apostaram muito alto, pediram muito emprestado ou assumiram que os preços só sobem agora estão descobrindo da maneira mais difícil como é a verdadeira volatilidade do mercado e o gerenciamento de riscos".
Finalmente, e-mails revelaram novos detalhes sobre o relacionamento do Príncipe Andrew com o financista David Rowland, de acordo com a BBC Business. Os e-mails mostram que o Príncipe Andrew se referia a Rowland como seu "homem de confiança" para Jeffrey Epstein. Os documentos indicam que Andrew estava tentando promover os empreendimentos financeiros de Rowland enquanto servia como enviado comercial do Reino Unido. No entanto, Epstein pareceu hesitante em se envolver com Rowland depois de ser avisado de que a imprensa do Reino Unido o considerava um "financista suspeito".
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