Uma série de incidentes internacionais ocorreu na sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026, incluindo um atentado suicida no Paquistão, a abertura de um consulado canadense na Groenlândia e um tiroteio contra um oficial militar russo de alta patente. Outras notícias incluíram a tentativa da administração Trump de deportar uma criança de cinco anos e um pedido de desculpas da princesa herdeira da Noruega, Mette-Marit, em relação aos seus laços passados com Jeffrey Epstein.
No Paquistão, um atentado suicida em uma mesquita xiita em Islamabad resultou em pelo menos 31 mortes e 169 feridos. A explosão ocorreu durante as orações da manhã de sexta-feira na mesquita Khadija Al-Kubra. Testemunhas descreveram cenas caóticas, com corpos espalhados e os feridos pedindo ajuda, de acordo com a Sky News. As autoridades relataram que o bombista abriu fogo contra os guardas de segurança antes de detonar os explosivos.
Enquanto isso, na Groenlândia, o Canadá abriu um consulado em Nuuk, a maior cidade da ilha. A ministra das Relações Exteriores do Canadá, Anita Anand, hasteou a bandeira canadense durante uma cerimônia oficial, com aproximadamente 50 pessoas presentes. A medida foi vista como uma declaração contra as alegações do presidente dos EUA, Donald Trump, em relação ao território autônomo dinamarquês, de acordo com a Euronews.
Em Moscou, o tenente-general Vladimir Alekseyev foi baleado várias vezes em um prédio residencial. O ataque, que ocorreu pela manhã, deixou o general lutando pela vida. A Rússia culpou a Ucrânia pelo tiroteio, de acordo com a Sky News.
Também na sexta-feira, a administração Trump decidiu deportar um menino de cinco anos detido por agentes do ICE em Minnesota. O menino e seu pai foram detidos em 20 de janeiro. A Segurança Interna confirmou sua intenção de deportar Liam Conejo Ramos, apesar da alegação de um advogado de remoção acelerada, de acordo com a Sky News.
Finalmente, a princesa herdeira da Noruega, Mette-Marit, pediu desculpas ao rei e à rainha por suas conexões com Jeffrey Epstein. Ela afirmou que "deve assumir a responsabilidade por não ter investigado mais a fundo o histórico de Epstein e por não ter percebido mais cedo que tipo de pessoa ele era", de acordo com a Sky News. Ela acrescentou que "demonstrou mau julgamento".
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