Pulmões artificiais mantiveram um homem vivo por 48 horas, dando tempo para um transplante que salvou sua vida, enquanto pesquisadores continuam a explorar o impacto da IA em ensaios clínicos e na descoberta de medicamentos, de acordo com relatórios recentes. Esses desenvolvimentos, juntamente com correções em publicações científicas e discussões em andamento sobre a vida no espaço, destacam a amplitude dos avanços científicos e médicos atuais.
Um episódio recente do Nature Podcast discutiu um "sistema de pulmão externo e artificial" que manteve um paciente vivo por dois dias, fornecendo tempo crucial para um transplante, de acordo com a Nature News (Fonte 2). Essa descoberta ressalta os rápidos avanços na tecnologia médica.
Enquanto isso, o campo da medicina também está lidando com o potencial da inteligência artificial. Ben Liu, CEO da Formation Bio, uma empresa de IA no espaço da biotecnologia, observou que o maior obstáculo para levar novos medicamentos aos pacientes não é a descoberta de medicamentos, mas o processo longo e caro de ensaios clínicos, de acordo com a Time (Fonte 4). A Formation Bio está trabalhando para enfrentar esse desafio. O impacto da IA na descoberta de medicamentos também foi mencionado em um artigo da Time de várias fontes (Fonte 5).
Em outras notícias científicas, uma correção foi emitida para um artigo da Nature publicado em 28 de janeiro de 2026, sobre a impressão imunológica ambientalmente impulsionada e seu papel na proteção contra alergias (Fonte 1). A correção envolveu a troca de imagens na publicação original.
Olhando para trás nas descobertas científicas do passado, a Time (Fonte 3) relatou a história dos anúncios sobre o potencial de vida em Marte. O jornal destacou um artigo de 1906 no The New York Times que afirmava evidências de vida em Marte e um anúncio da NASA de 1996 sobre potenciais restos fossilizados de vida bacteriana antiga em um meteorito marciano.
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