NOVA YORK - Em uma semana marcada por desenvolvimentos políticos significativos, o ex-presidente Donald Trump foi notícia com uma série de ações, incluindo uma decisão controversa de excluir governadores democratas de uma reunião na Casa Branca e supostas tentativas de alavancar financiamento federal para nomear infraestruturas públicas em sua homenagem. Simultaneamente, as relações internacionais viram movimento com a divulgação de um acordo comercial entre os Estados Unidos e a Índia, e a abertura de novos consulados na Groenlândia.
De acordo com múltiplas fontes, Trump está hospedando uma reunião anual de governadores na Casa Branca este mês, mas está convidando apenas governadores republicanos. A reunião, parte da reunião de inverno da National Governors Association, excluirá democratas, incluindo o governador de Maryland, Wes Moore, e o governador do Colorado, Jared Polis. Trump teria dito a membros da equipe que só queria governadores republicanos para a reunião, embora ainda esteja planejando um jantar separado e bipartidário para governadores e seus cônjuges como parte das atividades da N.G.A., de acordo com fontes que falaram sob condição de anonimato.
Somando-se aos acontecimentos da semana, o governo Trump teria procurado pressionar o senador Chuck Schumer, democrata de Nova York, a ajudar a nomear a Penn Station de Nova York e o Aeroporto Internacional Washington Dulles em homenagem ao presidente Trump. Quatro pessoas familiarizadas com as conversas privadas, que falaram sob condição de anonimato, afirmaram que altos funcionários do governo disseram a Schumer que o dinheiro seria liberado se ele concordasse em nomear as instalações em homenagem a Trump. Essa medida surge quando o presidente recentemente colocou seu nome em um novo prédio federal na Flórida.
Na frente internacional, os Estados Unidos e a Índia divulgaram um acordo para um acordo comercial provisório. De acordo com a ABC News, o acordo visa reduzir as tarifas sobre produtos indianos. A declaração conjunta, divulgada na sexta-feira, veio depois que Trump anunciou seu plano na semana passada para reduzir as tarifas de importação sobre o país do sul da Ásia, seis meses depois de impor impostos altos para pressionar Nova Delhi a reduzir sua dependência de petróleo bruto russo barato. Sob o acordo, as tarifas sobre produtos da Índia seriam reduzidas para 18%, de 25%, depois que o primeiro-ministro indiano Narendra Modi concordou em parar.
Em outras notícias internacionais, o Canadá abriu seu consulado na capital da Groenlândia, e o primeiro cônsul francês no território dinamarquês chegou na sexta-feira, após os esforços do governo Trump para adquirir a ilha. A ministra das Relações Exteriores do Canadá, Anita Anand, escreveu no X na manhã de sexta-feira: "Estou a caminho de Nuuk para a abertura do novo consulado do Canadá – fortalecendo a presença, as parcerias e a liderança do Canadá no Ártico."
Enquanto isso, o Departamento de Guerra anunciou que encerraria todos os programas de educação militar profissional, bolsas e programas de certificação com a Universidade de Harvard. O secretário de Guerra, Pete Hegseth, afirmou em um anúncio em vídeo postado no X: "Harvard é woke; O Departamento de Guerra não é." A medida, que começa no ano letivo de 2026-27, foi descrita como "há muito esperada" por Hegseth, que tem um mestrado pela universidade.
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