WASHINGTON, D.C. - Em uma ordem executiva de sexta-feira, o presidente dos EUA, Donald Trump, ameaçou impor tarifas sobre países que continuam a comercializar com o Irã, enquanto um tribunal dos EUA ordenou que a Uber pagasse US$ 8,5 milhões a uma mulher que alegou ter sido estuprada por um motorista. Esses acontecimentos ocorrem em meio a tensões contínuas com o Irã e ao escrutínio das práticas de segurança da empresa de compartilhamento de viagens.
A ordem executiva, assinada por Trump, poderia aplicar tarifas, usando 25% como exemplo, a bens importados para os EUA de qualquer nação que "direta ou indiretamente compre, importe ou de outra forma adquira quaisquer bens ou serviços do Irã", de acordo com a BBC World. Trump não comentou diretamente a ordem, mas reiterou sua posição de "nenhuma arma nuclear" para o Irã. Essa ação segue semanas de ameaças e ocorre enquanto autoridades seniores dos EUA e do Irã estão envolvidas em conversas em Omã.
Enquanto isso, um tribunal federal no Arizona considerou a Uber responsável pelas ações de um motorista que supostamente estuprou uma passageira. O júri deliberou por dois dias antes de chegar ao veredicto, ordenando que a empresa pagasse US$ 8,5 milhões à autora, Jaylynn Dean. A Uber declarou sua intenção de recorrer da decisão. A ação também incluiu alegações de negligência e sistemas de segurança defeituosos, que o júri rejeitou.
Em outras notícias, os moradores de Gaza que retornam pela passagem de Rafah descreveram as verificações de segurança feitas por uma milícia palestina. De acordo com a BBC World, Lamia Rabia, que viajava com seus filhos, disse que eles foram revistados por membros da milícia Abu Shabab em um posto de controle militar israelense dentro da Faixa de Gaza. Atrasos e restrições de segurança significaram que apenas 12 palestinos puderam retornar a Gaza na segunda-feira.
A questão da intervenção dos EUA no Irã continua sendo um tema de debate. De acordo com a BBC World, Mojdeh, que estava visitando Teerã com seu marido, se viu presa na cidade quando os protestos se espalharam e os voos foram cancelados. "A vida estava em pausa", disse Mojdeh, descrevendo o impacto da situação.
Finalmente, os funcionários do Google estão exigindo que a empresa corte laços com a aplicação de imigração do governo dos EUA. Uma carta aberta publicada na sexta-feira, assinada por quase 900 funcionários em tempo integral do Google, pediu mais transparência em relação ao uso da tecnologia da empresa dentro do governo. Um funcionário do Google há sete anos achou "alucinante" que o Google estivesse mantendo seus laços, de acordo com a BBC Technology.
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