Gazenses que retornavam pela passagem de Rafah relataram ter sido submetidos a verificações por uma milícia palestina ligada a Israel, enquanto centenas de funcionários do Google exigem que a empresa corte laços com a ICE, de acordo com relatos recentes. Adicionalmente, novos relatórios indicam que muitas autoestradas inteligentes não estão a entregar o valor esperado pelo dinheiro investido.
Duas mulheres gazenses, que passaram pela recém-reaberta passagem de Rafah com o Egito na segunda-feira, disseram à BBC que membros da milícia Abu Shabab, também conhecida como Forças Populares, revistaram-nas e seus pertences em um posto de controle militar israelense dentro da Faixa de Gaza. Lamia Rabia, viajando com seus filhos, descreveu ter sido escoltada pelas forças israelenses da fronteira até o posto de controle. Atrasos e restrições de segurança significaram que apenas 12 palestinos puderam retornar a Gaza na segunda-feira, de acordo com a BBC World.
Enquanto isso, executivos do Google estão enfrentando pressão de quase 900 funcionários em tempo integral que assinaram uma carta aberta publicada na sexta-feira, exigindo mais transparência em relação ao uso da tecnologia da empresa dentro do governo dos EUA. Os funcionários estão preocupados com os laços do Google com a aplicação federal de imigração, que recentemente testemunhou incidentes violentos e mortais. Um funcionário do Google com sete anos de casa achou "inacreditável" que a empresa estivesse mantendo seus laços com a aplicação de imigração, conforme relatado pela BBC Technology. O Google tem contratos para fornecer serviços de nuvem a agências federais e também está ligado ao trabalho que está sendo feito na aplicação federal de imigração.
Em outras notícias, relatórios recém-divulgados da National Highways revelaram que muitas autoestradas inteligentes não estão entregando o valor pelo dinheiro inicialmente planejado. Dois projetos, incluindo trechos da M25 e da M6, foram considerados oferecendo um valor "muito pobre". Apenas três de dezesseis projetos em toda a Inglaterra estavam no caminho certo para entregar os benefícios financeiros esperados, embora a maioria estivesse entregando benefícios de segurança conforme originalmente previsto, de acordo com a BBC Business. A AA, representando os motoristas, afirmou que os projetos se mostraram um "desperdício catastrófico de tempo, dinheiro e esforço".
Em uma história separada, iranianos dentro e fora do país estão discutindo a possibilidade de intervenção dos EUA. Para alguns, como Mojdeh e seu marido, a situação é pessoal. Eles ficaram presos em Teerã depois de viajar de Washington, DC, quando protestos eclodiram e os voos foram cancelados. "A vida estava em pausa", disse Mojdeh, conforme relatado pela BBC World, especialmente à noite, quando a internet e as redes telefônicas escureciam.
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