Uma semana volátil no mercado de criptomoedas viu o Bitcoin sofrer uma queda dramática, enquanto eventos internacionais se desenrolavam com conversas indiretas entre os EUA e o Irã concluindo sem resolução e um atentado suicida no Paquistão. O Bitcoin despencou quase $15.000 em um único dia, uma queda que lembra o colapso de 2022 do império cripto de Sam Bankman-Fried, de acordo com a Fortune. Enquanto isso, conversas indiretas entre autoridades dos EUA e iranianas em Omã foram concluídas sem um resultado definitivo, conforme relatado pela NPR Politics. No Paquistão, um atentado suicida em uma mesquita xiita nos arredores de Islamabad tirou a vida de pelo menos 31 pessoas, de acordo com a The Associated Press, também relatado pela NPR Politics.
A queda do Bitcoin, que viu a criptomoeda sendo negociada em torno de $70.000 após recuperar algumas perdas, deixou muitos especialistas do setor perplexos. Uma teoria, apresentada por Parker White, ex-operador de ações e atual COO da DeFi Development Corporation, sugere que a queda foi desencadeada por operadores de Hong Kong cujas apostas de Bitcoin com alta alavancagem deram errado, conforme detalhado pela Fortune.
Simultaneamente, os EUA e o Irã se envolveram em conversas indiretas de alto risco em Omã. Embora o ministro das Relações Exteriores do Irã tenha descrito as discussões como um "bom começo", nenhum acordo concreto foi alcançado, de acordo com a NPR Politics. As conversas ocorreram enquanto os EUA constroem forças militares na região.
No Paquistão, o atentado suicida na mesquita xiita durante as orações de sexta-feira também deixou pelo menos 169 pessoas feridas. Este ataque, uma ocorrência rara em Islamabad, ocorreu quando o governo luta para conter um aumento nos ataques militantes em todo o país, de acordo com a The Associated Press.
Em outras notícias, um artigo na Nature News destacou que as regiões produtoras de petróleo e gás nos Estados Unidos continentais estão emitindo até cinco vezes mais metano do que as empresas estão relatando aos reguladores governamentais. Além disso, a cerimônia de abertura das Olimpíadas de Milão Cortina 2026 foi descrita como "dolorosamente longa, inevitavelmente desigual, excessivamente obcecada por dança, mas também de alguma forma adorável" pela Time, com uma homenagem a "La Dolce Vita" de Federico Fellini como um momento de destaque.
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