Código malicioso visando a corretora de criptomoedas dYdX resultou no roubo das credenciais das carteiras dos usuários e, em alguns casos, em dispositivos com backdoor, de acordo com pesquisadores de segurança. Os pacotes comprometidos, publicados nos repositórios npm e PyPI, afetaram aplicações que usavam versões específicas, incluindo npm (dydxprotocolv4-client-js): 3.4.1 e 1.22.1, levando ao comprometimento completo das carteiras e ao roubo irreversível de criptomoedas, conforme relatado pela empresa de segurança Socket na sexta-feira.
O ataque visou desenvolvedores e sistemas de backend, colocando em risco tanto desenvolvedores que testavam com credenciais reais quanto usuários finais em produção. O escopo do ataque incluiu todas as aplicações que dependiam das versões comprometidas. Este incidente destaca os desafios contínuos de segurança no espaço das criptomoedas.
Em notícias relacionadas, os modelos de IA mais recentes também estão levantando preocupações de segurança cibernética. O modelo mais recente da Anthropic, Claude Opus 4.6, se destaca na descoberta de vulnerabilidades de software, incluindo falhas de dia zero. Durante os testes, o modelo identificou mais de 500 vulnerabilidades desconhecidas anteriormente em bibliotecas de software de código aberto, de acordo com um relatório da Frontier Red Team da empresa. Essa capacidade, embora benéfica para identificar fraquezas, também apresenta riscos, pois pode ser usada para explorar vulnerabilidades.
Enquanto isso, a indústria de criptomoedas enfrenta outros desafios. Apesar da promessa do presidente Trump de tornar os EUA "a capital cripto do mundo" após ser reeleito, a indústria tem sofrido contratempos. Embora ele tenha nomeado reguladores favoráveis à indústria e o Congresso liderado pelos republicanos tenha aprovado legislação, o mercado não necessariamente prosperou como esperado.
Em outras notícias, um boicote está em andamento visando empresas de tecnologia, com alguns americanos abandonando serviços como Netflix e Apple TV em favor de DVDs, e dependendo de transporte público em vez de aplicativos de compartilhamento de viagens, para protestar contra ações do governo.
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