O ex-presidente Donald Trump afirmou que "não viu" um clipe racista que retratava Barack e Michelle Obama como macacos, incluído em um vídeo que ele compartilhou nas redes sociais. O vídeo, que desde então foi removido, continha as imagens ofensivas no final e fazia parte de um vídeo de 62 segundos com alegações sobre fraude eleitoral na eleição presidencial de 2020, de acordo com a BBC World. Trump, falando com repórteres na sexta-feira, disse que só tinha visto o início do vídeo antes de ser postado por um membro da equipe e não sabia que continha o conteúdo racista. Quando perguntado se ele se desculparia, Trump respondeu: "Eu não cometi um erro."
Em outras notícias, o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky anunciou que os Estados Unidos propuseram que Ucrânia e Rússia se reunissem para conversas em Miami na próxima semana, com o objetivo de acabar com a guerra até junho, conforme relatado pela BBC World. Zelensky confirmou a participação da Ucrânia nas conversas propostas. Não houve comentários imediatos de Washington ou Moscou.
Enquanto isso, o Departamento de Defesa, liderado pelo Secretário Pete Hegseth, cortará seus laços acadêmicos com a Universidade de Harvard, de acordo com o NY Times. Hegseth, em um comunicado e vídeo publicado na noite de sexta-feira, criticou a universidade como uma instituição politicamente liberal. A partir de setembro, o Departamento de Defesa interromperá a educação militar profissional de nível de pós-graduação, bolsas e programas de certificado na escola. O pessoal militar atualmente frequentando as aulas poderá concluir seus cursos de estudo. Os programas específicos afetados não estão claros.
Em questões legais, dois casos separados envolvendo tentativas de assassinato chamaram a atenção. De acordo com a Fox News, um caso envolveu a sentença de Ryan Routh à prisão perpétua pela tentativa de assassinato de Donald Trump. O artigo destacou as diferentes abordagens de dois juízes federais, um nomeado por Trump e outro pelo presidente Biden.
Finalmente, uma investigação sobre o tiroteio fatal de Renee Good por um agente de imigração em Minneapolis enfrentou interferência. De acordo com o NY Times, um procurador federal sênior inicialmente procurou um mandado para revistar o veículo de Good em busca de evidências, com a intenção de lançar uma investigação de direitos civis. No entanto, o promotor foi posteriormente instruído a interromper a investigação.
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