Escândalo Olímpico, Roubo de Criptomoedas e Doenças Infantis Dominam as Manchetes
Com o início dos Jogos Olímpicos de Inverno de 2026, surgiu um escândalo envolvendo saltadores de esqui masculinos e potenciais técnicas de aprimoramento de desempenho, enquanto surgiram relatos de roubo de criptomoedas e doenças infantis no Reino Unido. Essas histórias diversas, abrangendo esportes, tecnologia e saúde pública, chamaram a atenção de veículos de notícias em todo o mundo.
Rumores circulavam de que saltadores de esqui masculinos injetavam preenchimentos em seus pênis para obter uma vantagem no voo, de acordo com a Ars Technica. O objetivo alegado era aumentar o tamanho de suas protuberâncias, o que poderia permitir que usassem macacões com tecido extra, potencialmente fornecendo mais área de superfície para deslizar e melhorar o desempenho. Um estudo de 2025 sugeriu que mesmo um pequeno aumento no tecido poderia fazer a diferença no esporte.
Enquanto isso, no mundo da tecnologia, pacotes de código aberto publicados nos repositórios npm e PyPI foram comprometidos, levando ao roubo de credenciais de carteiras de criptomoedas de desenvolvedores e sistemas de backend da dYdX, relatou a Ars Technica. Os pacotes comprometidos, incluindo as versões "dydxprotocolv4-client-js" 3.4.1 e 1.22.1, colocaram em risco todos os aplicativos que os utilizam. Pesquisadores da empresa de segurança Socket disseram que o impacto direto incluiu o comprometimento completo da carteira e o roubo irreversível de criptomoedas.
No Reino Unido, trinta e seis bebês adoeceram após consumir fórmula infantil contaminada, de acordo com o Hacker News. Os produtos afetados, fabricados pela Nestle e Danone, foram recolhidos devido à contaminação com a toxina cereulida. A Agência de Segurança da Saúde do Reino Unido (UKHSA) recebeu notificações clínicas de crianças pequenas que desenvolveram sintomas, incluindo vômitos e diarreia, consistentes com envenenamento por cereulida. Gauri Godbole, da UKHSA, afirmou que as doenças não eram inesperadas, dada "a ampla disponibilidade" dos produtos afetados antes do recolhimento.
Em outras notícias, um procedimento cirúrgico experimental está ajudando sobreviventes de câncer a dar à luz, de acordo com o MIT Technology Review. O procedimento envolve a remoção temporária do útero, ovários e trompas de falópio durante o tratamento do câncer, que pode ter efeitos colaterais prejudiciais. Após o tratamento, os órgãos são recolocados. Uma equipe na Suíça anunciou o nascimento de um menino, Lucien, que foi o quinto bebê nascido após a cirurgia e o primeiro na Europa, de acordo com Daniela Huber, a ginecologista-oncologista que realizou a operação.
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