Josh D'Amaro, chefe de parques da Disney, foi anunciado esta semana como sucessor do CEO Bob Iger, uma mudança que apresenta um desafio de pessoal único: liderar uma ex-colega, Dana Walden, que também era candidata ao cargo principal (Fonte 1). Enquanto isso, em diferentes setores, da Previdência Social à indústria da moda, novos líderes estão enfrentando seus próprios desafios, incluindo a reformulação de operações e a navegação na percepção pública (Fontes 3, 4). Além disso, alguns candidatos a emprego estão se adaptando a um mercado de trabalho em mudança, apresentando estrategicamente sua experiência, e até mesmo atletas de elite estão lidando com desafios de saúde mental (Fontes 2, 5).
A nomeação de D'Amaro vem com a tarefa de gerenciar uma gigante do entretenimento complexa e um relacionamento potencialmente delicado com Walden, chefe de TV e entretenimento, que também estava na disputa pelo cargo de CEO (Fonte 1). A Fortune 500 viu casos de candidatos internos deixando empresas após serem preteridos para o cargo principal (Fonte 1).
Em outras notícias de liderança, Hillary Super assumiu o comando da Victoria's Secret em 2024, com o objetivo de revitalizar a marca após suas tentativas de promover o empoderamento feminino serem criticadas como "woke-washing" (Fonte 3). Super, que anteriormente liderou a Anthropologie e a Savage X Fenty, reconheceu as percepções mistas da marca ao ingressar (Fonte 3).
Na Previdência Social, Frank Bisignano, ex-CEO de Wall Street, foi nomeado na primavera passada para liderar a agência, após um período de instabilidade na liderança (Fonte 4). Bisignano, que desde então adicionou o cargo de CEO da Receita Federal ao seu currículo, tem implementado mudanças baseadas em sua experiência no setor privado (Fonte 4).
A pressão do mercado de trabalho também está impactando os candidatos a emprego. Os millennials estão enxugando seus currículos, refletindo apenas os últimos 10 anos de experiência, para evitar parecerem muito inexperientes ou muito experientes (Fonte 2). Até mesmo a AARP recomenda currículos à prova de idade (Fonte 2).
Atletas de elite também estão enfrentando desafios. A esquiadora de estilo livre Eileen Gu revelou que experimentou "depressão pós-olímpica" após os Jogos Olímpicos de Inverno de 2022, apesar de ganhar medalhas (Fonte 5). Gu afirmou: "Você pode ganhar as Olimpíadas e ainda entrar no buraco mais profundo da sua vida" (Fonte 5).
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