Funcionários do Google estão exigindo que a empresa corte laços com a U.S. Immigration and Customs Enforcement (ICE), de acordo com múltiplos relatos publicados na sexta-feira. Quase 900 funcionários em tempo integral do Google assinaram uma carta aberta pedindo maior transparência em relação a como a tecnologia da empresa é usada dentro do governo dos EUA, particularmente em relação à aplicação de leis de imigração.
As preocupações dos funcionários decorrem dos contratos existentes do Google para fornecer serviços de nuvem a agências federais e seus vínculos com o trabalho relacionado à aplicação de leis de imigração. Um funcionário do Google há sete anos, falando após a publicação da carta, expressou descrença no envolvimento contínuo da empresa, achando "inacreditável" que o Google estivesse mantendo seus laços com a aplicação de leis de imigração. A pressão da equipe surge quando a repressão do governo federal à aplicação de leis de imigração, nos últimos meses, tornou-se violenta e mortal.
Em outras notícias, o ex-presidente Donald Trump assinou uma proclamação na sexta-feira para aumentar as importações de carne bovina dos EUA da Argentina. Essa medida, que os economistas acreditam que terá pouco impacto nos preços, provocou fúria dos criadores de gado dos EUA. Um funcionário da Casa Branca havia indicado anteriormente em outubro que Trump tomaria essa atitude.
Enquanto isso, o presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, expressou a disposição de seu governo em se envolver em conversas com Washington, apesar de meses de ameaças de Trump. A declaração de Díaz-Canel vem em meio à crescente crise econômica da ilha.
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