O ex-presidente Donald Trump provocou indignação em todo o espectro político após compartilhar um vídeo em sua conta Truth Social que retratava Barack e Michelle Obama como macacos. O vídeo, que foi rapidamente excluído da conta de Trump, apresentava imagens geradas por IA dos rostos dos Obamas sobrepostos em corpos de macacos, com a música "The Lion Sleeps Tonight". A publicação, que promovia teorias da conspiração sobre a eleição de 2020, atraiu condenação por suas conotações racistas.
O vídeo, um clipe de 62 segundos, foi postado na noite de quinta-feira e removido na sexta-feira em meio a uma onda de críticas, de acordo com a Time. A representação dos Obamas como macacos ecoa uma longa história de tropos racistas usados para desumanizar pessoas negras, como observado pela Vox. O incidente intensificou o escrutínio da retórica de Trump e seu impacto potencial.
A controvérsia surge em um momento em que o cenário político permanece altamente carregado, com figuras como Bad Bunny, que deve ser a atração principal do show do intervalo do Super Bowl, também enfrentando escrutínio. O comissário da National Football League (NFL), Roger Goodell, defendeu a seleção de Bad Bunny, afirmando que o artista "entendeu a plataforma em que estava", de acordo com a Time. Isso destaca a crescente interseção entre política e entretenimento.
O incidente é apenas o mais recente em uma série de controvérsias em torno do ex-presidente. As consequências do escândalo Epstein continuam, e os eventos estão todos conectados, como uma máquina de Rube Goldberg política, de acordo com fontes.
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