A cerimônia de abertura das Olimpíadas de Inverno de Milão Cortina 2026 atraiu uma grande audiência, mas também gerou controvérsia quando o vice-presidente J.D. Vance foi vaiado pela multidão. O evento, realizado na sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026, atraiu 21,4 milhões de telespectadores na NBC e Peacock, de acordo com as classificações preliminares relatadas pela Variety. A cerimônia, que ocorreu no estádio San Siro, em Milão, contou com apresentações de dançarinos da Accademia del Teatro alla Scala.
A vaia ao vice-presidente Vance ocorreu quando ele apareceu no telão do estádio. A reação foi descrita como "inequívoca" pela Time, com vaias irrompendo entre a multidão de 65.000 pessoas. Embora o presidente Donald Trump tenha aparentemente ignorado a reação, uma pesquisa recente da YouGov, divulgada em 6 de fevereiro, sugeriu que visões negativas dos EUA eram prevalentes na Europa Ocidental.
A cerimônia de abertura em si foi vista como um evento positivo, especialmente quando comparada às cerimônias olímpicas anteriores. A Time observou que o evento ofereceu "boas vibrações", contrastando-o com os desafios de jogos passados, incluindo temperaturas gélidas na Coreia do Sul em 2018, um Tóquio sem torcedores em 2021 devido às restrições da COVID e os protocolos dos jogos de Pequim em 2022.
Em outras notícias, o Conselho de Paz do presidente Trump está programado para realizar sua primeira reunião em 19 de fevereiro. O conselho, que Trump revelou no Fórum Econômico Mundial em Davos no mês passado, discutirá a próxima fase de um cessar-fogo em Gaza e a arrecadação de fundos para a reconstrução do território destruído, de acordo com a Time. Os membros iniciais incluem representantes dos Emirados Árabes Unidos, Arábia Saudita, Egito e várias outras nações. No entanto, alguns aliados dos EUA expressaram reservas sobre a adesão ao conselho, temendo que isso pudesse minar as Nações Unidas.
O presidente Trump também enfrentou críticas após compartilhar um vídeo em sua conta Truth Social que retratava o ex-presidente Barack Obama e a primeira-dama Michelle Obama como macacos. O vídeo, que foi excluído da conta de Trump, incluía um clipe gerado por IA com a música "The Lion Sleeps Tonight" e fazia parte de um vídeo mais longo promovendo teorias da conspiração sobre fraude eleitoral durante a eleição presidencial de 2020, de acordo com a Time. A representação dos Obamas como macacos é um tropo racista secular.
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