Um ataque de drone no Sudão matou 24 pessoas, incluindo oito crianças e dois bebês, no sábado, de acordo com um grupo de médicos, enquanto o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, tem uma reunião agendada com o ex-presidente dos EUA, Donald Trump, em Washington na quarta-feira para discutir o programa nuclear do Irã. Em outros lugares, confrontos eclodiram em Milão, Itália, durante um protesto contra os Jogos Olímpicos de Inverno de 2026.
A Rede de Médicos do Sudão relatou que o ataque de drone, realizado pelas Forças de Apoio Rápido (RSF), paramilitares, teve como alvo um veículo que transportava famílias deslocadas perto da cidade de Rahad, na província de Cordofão do Norte. A área está atualmente enfrentando uma grave escassez de suprimentos médicos.
Enquanto isso, o gabinete de Netanyahu anunciou a próxima reunião com Trump, afirmando que a discussão se concentraria nas recentes conversas indiretas entre os EUA e o Irã em Omã sobre o programa nuclear de Teerã. O gabinete de Netanyahu enfatizou sua crença de que "todas as negociações devem incluir a limitação dos mísseis balísticos e o fim do apoio ao eixo iraniano", referindo-se ao apoio do Irã a grupos militantes na região.
Em outros desenvolvimentos internacionais, o presidente somali, Hassan Sheikh Mohamud, condenou a interferência de Israel em seu país, especificamente seu reconhecimento da região separatista da Somalilândia. Mohamud afirmou que a Somália nunca permitiria uma base israelense na Somalilândia e confrontaria qualquer movimento desse tipo, de acordo com uma entrevista exclusiva à Al Jazeera.
Em Milão, Itália, uma manifestação contra o impacto ambiental dos Jogos Olímpicos de Inverno de 2026 Milão-Cortina levou a confrontos entre manifestantes e a polícia. Alguns manifestantes atiraram objetos e fogos de artifício, levando a polícia a responder com canhões de água e gás lacrimogêneo, conforme relatado pela Euronews.
O número de mortes de civis palestinos em Gaza continua sendo um ponto de discórdia, com a Al Jazeera relatando que o número de mortes de civis é muito pior do que o alegado pelas autoridades israelenses. Enquanto o Ministério da Saúde palestino mantém uma lista de mortes confirmadas, Israel a descarta como propaganda do Hamas, mas o exército israelense usa os mesmos dados.
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