A cerimônia de abertura das Olimpíadas de Milão Cortina 2026, descrita como "dolorosamente longa", mas "de alguma forma adorável" por um observador, proporcionou um momento de conexão para alguns espectadores, apesar dos desafios dos eventos olímpicos anteriores. A cerimônia, que incluiu uma homenagem ao cinema italiano, marcou o início dos jogos, que verão muitos atletas dos EUA competindo no que parece ser "terreno familiar" na Itália, de acordo com a NPR News.
A cerimônia, que ocorreu na sexta-feira, apresentou uma figura em um vestido de noite seguida por paparazzi, uma referência ao filme clássico de Federico Fellini, "La Dolce Vita", de acordo com a Time. O evento teve como objetivo capturar a essência do espetáculo, do artesanato e do glamour, e ofereceu uma mudança bem-vinda em relação às cerimônias olímpicas anteriores que enfrentaram várias dificuldades. Estas incluíram temperaturas gélidas na Coreia do Sul em 2018, um evento sem torcedores em Tóquio em 2021 devido às restrições da COVID e os Jogos de Pequim em 2022, "sem alma", marcados por protocolos rigorosos.
Para os atletas americanos, a Itália tem um significado especial. Conforme relatado pela NPR News, o país parece um lar para muitos atletas olímpicos dos EUA. Jessie Diggins, a esquiadora de cross-country feminina número um do mundo, foi vista correndo em uma encosta íngreme em Val di Fiemme, na Itália, em janeiro, destacando a importância do país para o esporte.
Enquanto as Olimpíadas estavam em andamento, outras notícias também estavam se desenvolvendo. De acordo com a Vox, os comentários de Donald Trump sobre os haitianos na América causaram preocupação. Ele acusou falsamente os haitianos em Ohio de comer animais de estimação, levando a temores sobre possíveis ações contra a comunidade. Além disso, várias fontes relataram que a família da desaparecida Nancy Guthrie divulgou um vídeo pedindo seu retorno seguro, e o Japão realizou uma eleição antecipada em meio a forte nevasca.
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