Eis um artigo de notícias sintetizando as informações fornecidas:
Desenvolvimentos Internacionais Marcam uma Semana Movimentada nos Assuntos Globais
Vários desenvolvimentos internacionais significativos ocorreram esta semana, incluindo uma decisão dos EUA sobre importações de carne bovina argentina, movimentos diplomáticos na Groenlândia e mudanças políticas no Japão e na Austrália.
Em uma medida que impacta o comércio internacional, o ex-presidente dos EUA, Donald Trump, assinou uma proclamação para aumentar as importações de carne bovina da Argentina com tarifas baixas, de acordo com o The Guardian. O anúncio, feito na sexta-feira, gerou críticas imediatas de criadores de gado dos EUA. Economistas, no entanto, previram que a mudança teria pouco efeito sobre os preços ao consumidor. Um funcionário da Casa Branca havia indicado a medida em outubro.
Enquanto isso, Canadá e França abriram consulados na capital da Groenlândia, Nuuk, demonstrando apoio à Dinamarca e à ilha do Ártico, conforme relatado pelo The Guardian. Essa ação seguiu os esforços dos EUA para obter o controle do território dinamarquês semi-autônomo. O Canadá havia prometido inicialmente abrir um consulado em 2024. A abertura dos consulados é vista como uma demonstração de solidariedade entre os aliados da OTAN.
Na Austrália, grupos pró-Palestina se prepararam para protestar contra a visita do presidente israelense Isaac Herzog a Sydney, relatou a Al Jazeera. Herzog estava programado para visitar na segunda-feira para homenagear as vítimas do ataque de dezembro em Bondi Beach, que resultou em 15 mortes. O governo australiano havia imposto restrições a comícios.
Queensland, Austrália, decidiu proibir o slogan pró-Palestina "do rio ao mar" sob novas leis de discurso de ódio, relatou o The Guardian. As leis, que devem ser introduzidas esta semana, podem impor até dois anos de prisão por distribuir, exibir ou recitar frases proibidas. O procurador-geral de Queensland confirmou que as frases "globalizar a intifada" e "do rio ao mar" seriam incluídas na nova legislação.
Finalmente, no Japão, a primeira-ministra ultraconservadora estava prestes a consolidar o poder depois que uma pesquisa de boca de urna indicou uma maioria significativa na câmara baixa do país, de acordo com a Sky News. A coalizão de Sanae Takaichi deveria vencer entre 302 e 366 dos 465 assentos, bem acima dos 233 necessários para a maioria, de acordo com a emissora nacional NHK. Takaichi, que se tornou primeira-ministra em outubro, convocou uma rara eleição de inverno para capitalizar suas altas taxas de aprovação.
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