Os Jogos Olímpicos de Inverno de 2026 em Milão e Cortina começaram com uma cerimônia de abertura que gerou reações positivas e controvérsia, enquanto a NFL fez movimentos para expandir sua presença internacional. O evento, que começou na sexta-feira, viu o vice-presidente J.D. Vance vaiado pela multidão, de acordo com a Time. Simultaneamente, a emissora britânica Channel 5, uma subsidiária da Paramount, está mirando um "Super Bowl touch down" no Reino Unido, após um acordo de transmissão gratuita com a NFL no verão passado, conforme relatado pela Variety.
A cerimônia de abertura, descrita como "dolorosamente longa, inevitavelmente desigual, excessivamente obcecada por dança, mas também de alguma forma adorável" pela Time, incluiu uma homenagem ao filme clássico do cinema italiano La Dolce Vita. O sucesso da cerimônia foi uma mudança bem-vinda após uma série de eventos desafiadores anteriores, incluindo os jogos de PyeongChang de 2018, os jogos de Tóquio de 2021 sem torcedores e os jogos de Pequim de 2022 impactados pela COVID, conforme observado pela Time.
A vaia ao vice-presidente Vance na cerimônia de abertura foi recebida com surpresa pelo presidente Donald Trump, que disse a repórteres na Air Force One: "Isso é surpreendente porque as pessoas gostam dele - ele não é vaiado neste país", de acordo com a Time. No entanto, uma pesquisa recente da YouGov divulgada em 6 de fevereiro sugeriu que a impopularidade de Vance na Europa pode ser parte de uma tendência maior.
O impulso da NFL para o mercado do Reino Unido, facilitado pelo acordo de transmissão da Channel 5, faz parte de uma estratégia mais ampla para aumentar o público internacional do esporte. A Variety relatou que o acordo visa capitalizar o crescente interesse pelo esporte. "Taylor Swift definitivamente ajudou a plantar a semente", de acordo com a Variety.
A convergência de grandes eventos esportivos em 2026, incluindo os Jogos Olímpicos de Inverno, a Copa do Mundo da FIFA e os Jogos Olímpicos da Juventude, destaca o potencial da economia do esporte. O Fórum Econômico Mundial projeta que a economia do esporte, atualmente avaliada em US$ 2,3 trilhões, pode atingir US$ 8,8 trilhões até 2050, de acordo com a Time. No entanto, esse crescimento depende de pessoas saudáveis, ambientes estáveis e comunidades resilientes, que atualmente estão sob pressão.
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