O diretor executivo do Washington Post, Will Lewis, deixou o cargo dias após supervisionar demissões em massa no jornal, de acordo com um relatório da BBC. O anúncio veio em meio a mudanças significativas no cenário da mídia, incluindo uma febre de frango frito impulsionada por jovens transformando as casas de takeaway britânicas e uma eleição antecipada no Japão. Enquanto isso, funcionários do Google estão exigindo que a empresa corte laços com o ICE, e a reação a um vídeo racista postado por Donald Trump destacou sua ocasional vulnerabilidade à pressão política.
Lewis, em uma mensagem à equipe, afirmou que era o momento certo para sair e que "decisões difíceis" foram tomadas para garantir o futuro do jornal, de acordo com a BBC. O jornal havia anunciado na quarta-feira que estava cortando um terço de sua força de trabalho, reduzindo drasticamente sua cobertura de esportes e notícias internacionais. A decisão foi condenada por muitos jornalistas e provocou críticas ao proprietário bilionário do Post, Jeff Bezos.
Do outro lado do Atlântico, a cena de takeaway britânica está passando por uma transformação. O frango frito ao estilo americano está em alta, com lojas de frango abrindo em uma taxa mais rápida do que todos os outros estabelecimentos de fast-food, de acordo com a BBC Business. "Eu tento ser saudável", disse Sumayyah Zara Sillah, estudante de enfermagem de 19 anos, sorrindo com seu pedido do takeaway Ragin' Bird, em Leicester. "Mas eu gosto muito." Essa tendência é alimentada por uma febre impulsionada por jovens vista em vídeos online.
No Japão, o Partido Liberal Democrata (LDP) da primeira-ministra Sanae Takaichi foi projetado para vencer uma vitória decisiva em uma eleição antecipada, de acordo com a BBC World. A primeira-ministra do país buscou um mandato público claro apenas quatro meses após se tornar líder do partido. Seu sucesso previsto contrastou com seus antecessores, sob os quais o partido perdeu sua maioria parlamentar devido a escândalos de corrupção e custos crescentes.
Nos EUA, executivos do Google enfrentaram pressão de quase 900 funcionários em tempo integral sobre os laços da empresa com a aplicação de imigração do governo federal, de acordo com a BBC Technology. Os funcionários exigiram mais transparência sobre como a tecnologia da empresa está sendo usada dentro do governo dos EUA. Um funcionário do Google há sete anos achou "alucinante" que o Google estivesse mantendo seus laços com a aplicação de imigração, de acordo com o relatório.
Finalmente, a reação do ex-presidente Donald Trump a um videoclipe racista dos Obamas mostrou que ele nem sempre é imune à pressão política, de acordo com o NY Times. A resposta caótica da Casa Branca indicou que a administração percebeu que suas reações habituais às críticas não funcionariam.
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