A Channel 5, uma emissora britânica, está mirando um touchdown no Super Bowl no Reino Unido, após um acordo inovador de transmissão gratuita com a NFL, de acordo com a Variety. A iniciativa surge em um momento em que a NFL busca aumentar seu público internacional, com o interesse potencialmente impulsionado por figuras como Taylor Swift. Enquanto isso, a economia do esporte deve atingir US$ 8,8 trilhões até 2050, de acordo com o Fórum Econômico Mundial, com grandes eventos como as Olimpíadas de Inverno e a Copa do Mundo da FIFA contribuindo para seu crescimento.
O acordo da NFL com a Channel 5, uma subsidiária da Paramount, visa capitalizar a crescente popularidade do futebol americano no Reino Unido. O Super Bowl, um grande evento cultural nos Estados Unidos, agora está sendo alvo de maior exposição através do Atlântico. O impacto potencial de figuras como Taylor Swift, que tem uma grande base de fãs, é visto como um fator no crescimento do interesse, conforme declarado pela Variety.
A convergência de mega eventos esportivos em 2026, incluindo as Olimpíadas de Inverno e a Copa do Mundo da FIFA, deve impulsionar significativamente a economia do esporte. O Fórum Econômico Mundial projeta que a atual economia do esporte, avaliada em US$ 2,3 trilhões, crescerá para US$ 8,8 trilhões até 2050. Este crescimento depende de pessoas saudáveis, ambientes estáveis e comunidades resilientes, de acordo com a Time.
O próprio Super Bowl continua sendo um grande evento publicitário. As marcas pagaram um valor recorde de US$ 8 milhões por 30 segundos de tempo de antena durante o Super Bowl LX, com alguns horários nobres custando até US$ 10 milhões por 30 segundos, de acordo com a Time. Os comerciais são vistos como um reflexo do desejo humano, observou a publicação.
Em outras notícias, o vice-presidente J.D. Vance foi vaiado nas cerimônias de abertura dos Jogos de Inverno de Milão Cortina 2026, de acordo com a Time. Embora o presidente Donald Trump parecesse despreocupado, pesquisas recentes sugerem que a recepção de Vance reflete desafios mais amplos para os EUA na Europa.
Na indústria do entretenimento, o co-CEO da Netflix, Ted Sarandos, abordou a proposta de fusão Netflix-Warner Bros., afirmando que não estava preocupado com o envolvimento do presidente Donald Trump no acordo. Sarandos disse que Trump tem um grande interesse no negócio do entretenimento e se preocupa com a saúde da indústria, de acordo com a Variety.
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