Um tribunal dos EUA ordenou que a Uber pagasse US$ 8,5 milhões a uma mulher que alegou ter sido estuprada por um motorista, uma decisão que pode impactar milhares de outros casos contra a empresa de compartilhamento de viagens, enquanto em outras notícias, um grupo que apoia o ex-presidente Donald Trump está oferecendo acesso a ele para doadores que contribuírem com pelo menos US$ 1 milhão. Além disso, milhares de empresas no Malawi fecharam em protesto contra as novas mudanças fiscais, e um movimento separatista em Alberta, Canadá, está levantando preocupações.
O caso da Uber, julgado no Arizona, envolveu um júri que deliberou por dois dias antes de considerar a empresa responsável pelas ações do motorista, de acordo com a BBC Technology e a BBC Business. A autora da ação, Jaylynn Dean, alegou ter sido agredida sexualmente enquanto usava a Uber. A Uber declarou sua intenção de recorrer da decisão. O júri rejeitou alegações adicionais, incluindo negligência e sistemas de segurança defeituosos.
Enquanto isso, um grupo chamado Freedom 250, que apoia iniciativas para o 250º aniversário da nação, está oferecendo acesso ao ex-presidente Trump e outros benefícios a doadores que contribuírem com pelo menos US$ 1 milhão, de acordo com o New York Times. As atividades do grupo estão levantando preocupações sobre potencial influência e acesso ao ex-presidente. O grupo é descrito como outro veículo, semelhante ao projeto do salão de baile da Casa Branca, através do qual pessoas e empresas com interesses perante a administração Trump podem fazer doações dedutíveis de impostos para obter acesso e buscar favores de um presidente que tem mantido um grande interesse.
No Malawi, milhares de empresas fecharam em protesto contra o novo Sistema Eletrônico de Faturamento de Impostos (EIS), informou o The Guardian. Manifestações nas quatro principais cidades do país levaram a um atraso na introdução do regime fiscal, que os empresários temem que prejudique seus meios de subsistência. Dezenas de milhares assinaram petições apresentadas às autoridades fiscais.
Finalmente, o The Guardian também informou sobre um movimento separatista em Alberta, Canadá, onde alguns estão pressionando para que a província se junte aos Estados Unidos. Reuniões secretas de albertanos não eleitos com autoridades dos EUA foram consideradas traiçoeiras por alguns. Manifestantes das Primeiras Nações e aliados se reuniram para se opor ao Rally pela Independência de Alberta em Edmonton.
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