A ultraconservadora primeira-ministra do Japão, Sanae Takaichi, está prestes a aumentar significativamente o seu poder após uma eleição antecipada, de acordo com as sondagens à boca das urnas divulgadas em 8 de fevereiro de 2026. Simultaneamente, o gabinete de segurança de Israel aprovou novas medidas para reforçar o controlo sobre a Cisjordânia ocupada, atraindo a condenação das autoridades palestinianas, e Antonio Jose Seguro, do Partido Socialista, garantiu uma vitória esmagadora na eleição presidencial portuguesa.
As sondagens à boca das urnas indicaram que a coligação de Takaichi deverá conquistar entre 302 e 366 dos 465 assentos na câmara baixa do Japão, ultrapassando os 233 necessários para a maioria, de acordo com a emissora nacional NHK (Sky News). Esta vitória, descrita como uma "vitória esmagadora" pela correspondente da Sky News Asia, Helen-Ann Smith, poderá potencialmente remodelar o Japão e a região circundante. Smith observou que o sucesso de Takaichi foi "uma história de uma só mulher".
No Médio Oriente, o gabinete de segurança de Israel aprovou novas regras destinadas a fortalecer o controlo israelita sobre a Cisjordânia ocupada, conforme relatado pela Al Jazeera. A presidência palestiniana classificou a decisão como "perigosa". A medida surge numa altura em que a região continua a lidar com as consequências das ações de Israel em Gaza, com o Fórum da Al Jazeera a debater as mudanças de poder criadas pelo conflito. Uma nova comissão de tecnocratas deverá ser responsável pela governação de Gaza, supervisionada pelo recém-formado Conselho da Paz, liderado pelo Presidente dos EUA, Donald Trump.
Entretanto, em Portugal, Antonio Jose Seguro, do Partido Socialista de centro-esquerda, conquistou um mandato de cinco anos como presidente num segundo turno, garantindo uma vitória esmagadora com 66 por cento dos votos, de acordo com resultados parciais (Al Jazeera). O seu rival de extrema-direita, Andre Ventura, ficou para trás com 34 por cento.
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