A coligação da Primeira-Ministra japonesa Sanae Takaichi garantiu uma vitória esmagadora nas eleições gerais de domingo, um resultado prestes a remodelar a relação do Japão com a China e desencadear reformas económicas significativas, enquanto a Tailândia realizou eleições antecipadas e os EUA lidaram com um surto de sarampo. O Partido Liberal Democrático (LDP) de Takaichi deverá conquistar até 328 dos 465 assentos na câmara baixa do parlamento, de acordo com a Time, dando-lhe uma supermaioria. Simultaneamente, a contagem de votos estava em andamento nas eleições gerais antecipadas da Tailândia, com três partidos principais a disputar o poder, conforme relatado pela NPR Politics. Nos EUA, um importante funcionário da saúde instou os cidadãos a serem vacinados contra o sarampo em meio a surtos em vários estados, conforme detalhado pela Fortune.
A decisão de Takaichi de convocar eleições antecipadas pouco depois de sua ascensão histórica ao poder provou ser bem-sucedida. "Eu queria que os eleitores me dessem um mandato porque defendi uma política fiscal responsável e proativa que mudaria significativamente a política econômica e fiscal", disse Takaichi à emissora pública NHK, de acordo com a Time. A vitória eleitoral pode levar a mudanças substanciais nas políticas econômicas e fiscais do Japão.
Na Tailândia, a eleição viu uma disputa a três entre visões concorrentes de política progressista, populista e de patronato antiquado, informou a NPR Politics. A eleição ocorreu em um cenário de baixo crescimento econômico e aumento do sentimento nacionalista.
Enquanto isso, nos EUA, o Dr. Mehmet Oz instou as pessoas a serem inoculadas contra o sarampo. "Tome a vacina, por favor", disse ele, de acordo com a Fortune. Os EUA correm o risco de perder seu status de eliminação do sarampo.
Em outras notícias de saúde, a Ásia enfrenta desafios significativos na área da saúde, incluindo o envelhecimento da população e infraestrutura sobrecarregada, conforme relatado pela Fortune. A região representa apenas 22% dos gastos globais com saúde, apesar de ter 60% da população mundial. A maioria dos países asiáticos em desenvolvimento gasta apenas 2-3% do seu PIB com saúde, com financiamento público muitas vezes inferior a US$ 150 por pessoa anualmente, em comparação com mais de US$ 4.000 por pessoa nos países da OCDE, de acordo com a Fortune. Os gargalos de aquisição governamental exacerbam ainda mais a situação, atrasando quase 40% dos principais projetos de saúde.
Em um desenvolvimento médico separado, um sistema de "pulmão externo" manteve um paciente vivo por 48 horas até um transplante, conforme relatado pela Nature News.
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