A ascensão de lojas de frango frito ao estilo americano na Grã-Bretanha, um impulso separatista no Canadá e o abandono de petroleiros em todo o mundo estão entre as diversas histórias que estampam as manchetes. Além disso, milhares de empresas no Malawi fecharam em protesto contra mudanças fiscais, e o atirador de Christchurch busca recorrer de suas condenações.
Na Grã-Bretanha, a popularidade do frango frito ao estilo americano está transformando a High Street britânica, com lojas de frango abrindo em um ritmo mais rápido do que outros estabelecimentos de fast-food, de acordo com a BBC Business. Essa tendência, impulsionada pelas mídias sociais, está chamando a atenção de jovens consumidores como Sumayyah Zara Sillah, uma estudante de enfermagem que aprecia a comida.
Enquanto isso, o número de petroleiros abandonados e outros navios comerciais aumentou significativamente no último ano, conforme relatado pela BBC Business. Um oficial de convés sênior, identificado como Ivan, falou sobre as condições precárias a bordo de um petroleiro abandonado fora das águas chinesas. "Tivemos falta de carne, grãos, peixe, coisas simples para a sobrevivência", disse ele, destacando o impacto na saúde e no moral da tripulação.
No Malawi, milhares de empresas fecharam em protesto contra novas mudanças fiscais. Manifestações nas quatro principais cidades do país levaram a um atraso na introdução do novo regime fiscal, que os proprietários de empresas temiam que prejudicasse seus meios de subsistência, de acordo com o The Guardian.
Do outro lado do Atlântico, um impulso separatista em Alberta, Canadá, está levantando preocupações. Reuniões secretas entre albertanos não eleitos e autoridades americanas foram rotuladas como traiçoeiras por alguns, relatou o The Guardian.
Finalmente, o supremacista branco australiano que assassinou 51 fiéis muçulmanos em Christchurch, Nova Zelândia, em 2019, busca recorrer de suas condenações e retirar sua confissão de culpa. O atirador alega que as duras condições da prisão afetaram sua saúde mental, obrigando-o a admitir os crimes, de acordo com o The Guardian.
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