O magnata da mídia de Hong Kong, Jimmy Lai, foi sentenciado a 20 anos de prisão na segunda-feira sob a lei de segurança nacional de Pequim, enquanto a primeira-ministra ultraconservadora do Japão, Sanae Takaichi, está prestes a consolidar o poder após uma eleição antecipada, de acordo com as pesquisas de boca de urna. Simultaneamente, em Bangladesh, o líder do partido Jamaat-e-Islami, Shafiqur Rahman, revelou um ambicioso manifesto eleitoral.
Lai, um ativista pró-democracia e cidadão britânico, foi considerado culpado de conspiração para conluio com forças estrangeiras e publicação de materiais sediciosos. O homem de 78 anos negou todas as acusações. A sentença, proferida por um tribunal de Hong Kong, encerra uma saga legal que se estende por quase cinco anos, conforme relatado pela Al Jazeera e Sky News. Sua família, advogado, apoiadores e ex-colegas apelaram por sua libertação, alertando que ele poderia morrer na prisão devido a problemas de saúde, incluindo palpitações cardíacas e pressão alta, de acordo com a Al Jazeera.
No Japão, a coalizão da primeira-ministra Takaichi deve vencer entre 302 e 366 das 465 cadeiras na câmara baixa, superando as 233 necessárias para a maioria, de acordo com a emissora nacional NHK, conforme relatado pela Sky News. Essa vitória pode alterar significativamente o cenário político do Japão e da região circundante. "A China está observando", observou a correspondente da Sky News na Ásia, Helen-Ann Smith, sugerindo possíveis implicações para a estabilidade regional.
Enquanto isso, em Bangladesh, Shafiqur Rahman, o emir do Jamaat-e-Islami, dirigiu-se a políticos e diplomatas, revelando um manifesto que incluía a promessa de quadruplicar o produto interno bruto do país para US$ 2 trilhões até 2040, caso seu partido vença a eleição de 12 de fevereiro, conforme detalhado pela Al Jazeera.
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