Morgan McSweeney, chefe de gabinete do primeiro-ministro britânico Keir Starmer, renunciou no domingo em meio a uma crise política decorrente da nomeação de Peter Mandelson como embaixador do Reino Unido nos Estados Unidos, de acordo com a Euronews. A renúncia ocorreu 18 meses após a vitória esmagadora do Partido Trabalhista nas eleições, ameaçando a liderança de Starmer.
McSweeney assumiu "total responsabilidade" por aconselhar Starmer a nomear Mandelson em dezembro de 2024, informou a Euronews. O escândalo envolveu os laços de Mandelson com o criminoso sexual condenado Jeffrey Epstein.
Em outras notícias, os Estados Unidos estão vendo desenvolvimentos em várias frentes. Em Nova York, a legislatura estadual está considerando dois projetos de lei destinados a regular a indústria de IA, conforme relatado pelo The Verge. Um projeto de lei exigiria rótulos em conteúdo gerado por IA, enquanto o outro propõe uma pausa de três anos na construção de novos data centers.
Enquanto isso, um relatório do Environmental Integrity Project revelou uma queda significativa na aplicação das leis ambientais durante o segundo mandato do presidente Donald Trump, de acordo com a Ars Technica. As ações civis movidas pelo Departamento de Justiça dos EUA em casos encaminhados pela Agência de Proteção Ambiental caíram para apenas 16 nos primeiros 12 meses após a posse de Trump em 20 de janeiro de 2025, uma diminuição de 76% em comparação com o primeiro ano da administração Biden.
No campo dos esportes e da política, o presidente Trump criticou os atletas olímpicos dos EUA por se manifestarem contra as políticas de sua administração, informou a Fortune. Trump chamou um crítico de "verdadeiro perdedor". Isso ocorreu após os atletas dos EUA nos Jogos de Milão Cortina expressarem seus sentimentos sobre representar o país durante as ações de fiscalização da imigração intensificadas da administração Trump. O esquiador de estilo livre Hunter Hess afirmou que tinha sentimentos mistos, pois não concordava com a situação.
Finalmente, em Portugal, o candidato socialista de centro-esquerda António José Seguro garantiu uma vitória decisiva sobre o populista de extrema-direita André Ventura na eleição presidencial de segundo turno no domingo, de acordo com a NPR Politics. Seguro venceu com 66,7% dos votos, em comparação com os 33,3% de Ventura, garantindo um mandato de cinco anos.
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